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Vazamento atinge 11 milhões de chaves Pix via sistema do Judiciário, admite CNJ
Publicado 23/07/2025 • 21:07 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 23/07/2025 • 21:07 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.
Fachada do Banco Central do Brasil.
Um vazamento de dados cadastrais ligados ao Pix expôs informações de mais de 11 milhões de chaves ligadas a usuários brasileiros. A falha aconteceu no Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), plataforma que conecta juízes ao Banco Central (BC) para ordens de bloqueio judicial de contas. O incidente foi confirmado na noite desta quarta-feira (23) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo os comunicados do CNJ e do BC, foram acessados indevidamente dados de mais de 11 milhões chaves Pix nos dias 20 e 21 de julho. A exposição ocorreu no ambiente do Sisbajud e não envolveu informações sensíveis, como senhas, saldos, transações financeiras ou movimentações bancárias. As informações vazadas foram exclusivamente de caráter cadastral, incluindo:
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De acordo com o CNJ, a vulnerabilidade foi corrigida prontamente, e o sistema já opera normalmente. As instituições também informaram que os dados acessados não permitem movimentações financeiras nem acesso às contas, o que reduz o risco direto ao usuário, embora represente uma falha grave em termos de proteção de dados.
Para atender os usuários afetados, o CNJ anunciou que lançará em breve uma ferramenta oficial para consulta individualizada. A checagem será feita exclusivamente por meio do site do Conselho: www.cnj.jus.br. O órgão reforçou que não fará contato por e-mail, telefone, SMS ou redes sociais.
Embora o BC tenha afirmado que o incidente tem baixo impacto potencial, decidiu comunicar publicamente o caso por princípio de transparência, mesmo sem obrigação legal. A autarquia informou ainda que está conduzindo apuração interna detalhada sobre a falha e, que em breve, atualizará a seção de seu site destinada a incidentes envolvendo o Pix.
Desde sua criação, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento do país. Segundo o próprio Banco Central, já são mais de 170 milhões de chaves cadastradas. Esta é uma das maiores exposições de dados já registradas em relação ao sistema — e a primeira envolvendo diretamente uma ferramenta do Poder Judiciário.
O CNJ, responsável pelo Sisbajud, destacou que segue comprometido com a segurança e a integridade dos sistemas de apoio ao Judiciário. O caso reacende o alerta sobre a interligação entre plataformas estatais e dados financeiros sensíveis, exigindo atenção redobrada às rotas de acesso indireto ao sistema bancário.
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