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Mesmo com inflação abaixo do esperado, mercado crê em corte da Selic só em 2026

Publicado 24/10/2025 • 11:00 | Atualizado há 5 meses

KEY POINTS

  • Analistas veem Banco Central cauteloso e primeiro corte de juros apenas em 2026
  • Copom volta a se reunir em 5 novembro e 10 dezembro
Crescimento econômico em 2026 depende do consumo, mas carece de investimento produtivo, avalia André Perfeito em análise da Garantia Capital.

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Crescimento econômico em 2026 depende do consumo, mas carece de investimento produtivo, avalia André Perfeito em análise da Garantia Capital.

O IPCA-15 de outubro subiu 0,18%, abaixo da expectativa média de 0,23%, e desacelerou a inflação acumulada em 12 meses de 5,32% para 4,94%. Apesar do alívio pontual, economistas afirmam que o dado não muda o cenário para a política monetária: o Banco Central deve manter a Selic em 15% ao ano até o fim de 2025.

Segundo o Banco Daycoval, a surpresa baixista veio de serviços e bens industriais, mas “não altera a perspectiva de juros estáveis até o próximo ano”. O banco prevê que o Copom seguirá prudente nas próximas reuniões, marcadas para 4 e 5 de novembro, 9 e 10 de dezembro e 27 e 28 de janeiro, mantendo o discurso de cautela.

“A alta do IPCA-15 de outubro (0,18%) veio abaixo do esperado em função de surpresas baixistas em serviços e bens industriais. Contudo, este resultado não altera nossa expectativa de que a taxa Selic permaneça em 15% até o fim de 2025”, destacou o relatório.

Para o economista André Perfeito, o resultado é positivo, mas insuficiente para mudar a postura do BC. “É um bom número, mas não devemos nos emocionar. A autoridade monetária está olhando para 2027”, disse.

O consenso entre as principais casas de análise reforça que o primeiro corte de juros deve ocorrer apenas em 2026, diante da inflação de serviços ainda resiliente e do ‘risco fiscal’ persistente.

No mercado de juros futuros, a curva segue precificando estabilidade até o fim do próximo ano, refletindo a avaliação de que o BC prefere errar pelo lado da cautela. Mesmo com a inflação sob controle, a trajetória de desinflação continua lenta, e o país ainda enfrenta um dos ciclos de aperto monetário mais longos da história recente.

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