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Diretora da Uber quer aumentar presença feminina na plataforma e ampliar segurança nas viagens
Publicado 08/11/2025 • 12:56 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 08/11/2025 • 12:56 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A diretora-geral da Uber no Brasil, Silvia Penna, afirmou que ampliar a participação feminina na plataforma é uma das prioridades da empresa. A declaração foi dada em entrevista exclusiva ao Times Brasil nesta quinta-feira (6).
Silvia destacou que iniciativas como o projeto-piloto Mulheres Motoristas, que permite que passageiras solicitem viagens apenas com motoristas mulheres, fazem parte de um esforço para reduzir barreiras de entrada e gerar renda com autonomia.
“A verdade é que esse pedido existe sempre. A gente sempre pensou nele. É um projeto carinhoso nosso, que a gente está há anos pensando”, afirmou.
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Ela explicou que a proporção de mulheres na plataforma ainda é baixa, mas vem crescendo com programas de incentivo e parcerias. “Hoje a gente alcançou 8% de mulheres na plataforma. Ainda é um número que segue com o desafio de aumentar, mas já vem num crescimento constante.”
Segundo a executiva, o primeiro passo foi permitir que motoristas mulheres escolhessem receber solicitações apenas de passageiras — um recurso lançado em 2019. “Quebra aquela barreira inicial. Eu, quando dirijo, sei que vai entrar uma mulher. Já te deixa um pouco mais relaxada.”
A executiva afirmou que a Uber vê impacto direto dessas iniciativas na independência econômica de mulheres, inclusive em casos de saída de situações de violência doméstica.
Engenheira civil de formação, Silvia contou que iniciou a carreira em ambientes majoritariamente masculinos, experiência que influenciou sua forma de liderar.
“No início da minha carreira, eu imaginava que eu tinha que ser igual. Eu escondia qualquer coisa que era diferente. Mas eu percebi que eu não preciso mimetizar um comportamento masculino.”
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Ela destacou que vulnerabilidade e proximidade com o time são parte central do seu estilo de gestão. “Quando eu comecei a ser mais vulnerável, eu virei uma líder melhor. Eu criei mais vapor com a equipe.”
Hoje, a Uber Brasil tem aproximadamente 50% de mulheres em cargos de liderança.
Silvia apontou três prioridades para os próximos anos:
“A gente é uma empresa de tecnologia que faz conexões de mundo real. A gente conecta usuários com motoristas parceiros. Eles são prioridade.”, disse.
Sobre seu legado, Silvia disse esperar ser lembrada pelo impacto humano da sua liderança.
“O principal legado que eu quero deixar é ser uma pessoa que inspira. A gente ganha o jogo com as nossas fortalezas.”
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