Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
IBP pede em carta a Lula veto do dispositivo sobre o cálculo do preço de referência do petróleo
Publicado 18/11/2025 • 07:16 | Atualizado há 3 meses
Paramount planeja unir HBO Max e Paramount+ em plataforma única após fusão com Warner
Nvidia vai investir valor bilionário em empresas de tecnologia fotônica; entenda
Gigante petrolífera Saudi Aramco é atingida por drones e fecha refinaria de Ras Tanura
Versant prestes a testar o apetite de Wall Street por TV a cabo em seu primeiro balanço como empresa de capital aberto
Block demite 4 mil e troca quase metade da equipe por IA
Publicado 18/11/2025 • 07:16 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
PxHere
petroleo
O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) enviou, nesta segunda-feira (17/11), uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestando preocupação com as alterações no cálculo dos royalties do petróleo. A entidade, que representa as empresas do setor, defende que os dispositivos aprovados pelo Congresso Nacional na conversão em lei da MP 1.304/2025 sejam vetados pelo governo.
O documento ressalta que os parágrafos 2º e 2º-A, incluídos pelo Congresso na nova redação do artigo 15 da MP 1.304, adotam critérios inapropriados. A carta, protocolada na própria Presidência da República e assinada pelo presidente do IBP, Roberto Ardenghy, argumenta que a criação de novos critérios para definir o preço de referência usado no cálculo dos royalties ameaça a previsibilidade regulatória conquistada ao longo de décadas e pode afastar investimentos, além de resultar em perda futura de arrecadação.
Pela proposta do Congresso, os preços para o cálculo dos royalties devem ser obtidos por meio de três critérios: a média de cotações divulgadas por agências internacionais; em seguida, o preço de transferência do Imposto de Renda; e, somente em último caso, o preço de referência calculado pela ANP.
Leia mais:
Descoberta de petróleo anima Petrobras, que prepara avanço rápido na produção
No entendimento do IBP, a fórmula atual da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já representa efetivamente os preços de mercado para o cálculo dos royalties. Recentemente, a agência publicou a Resolução no 986/2025, por meio da qual revisou e atualizou a fórmula do preço de referência do petróleo. Além disso, as cotações de agências, bem como o preço de transferência, não representam o valor da produção no ponto da medição fiscal da ANP, diz o IBP.
“A prevalência dos dois primeiros critérios sobre o preço de referência prejudica o país”, sustenta a carta. “Essas mudanças, se aprovadas, acarretariam violação das regras contratuais vigentes – uma vez que os contratos de concessão e partilha foram firmados sob o regime atual da Lei no 9.478/1997”, enfatiza o documento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até 24/11 para decidir o destino da Medida Provisória 1.304/2025.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
EXCLUSIVO: IA já não é hype e vai mudar radicalmente os negócios, diz CEO da IBM Brasil
2
Credores se organizam contra Fictor e preparam cobrança de R$ 4 bilhões
3
BRB contesta rumores sobre venda de subsidiária por R$ 1,1 bilhão
4
Empresa privada quer faturar R$ 101 milhões com alta na cobertura vacinal
5
Ex-CEO do Hurb é preso no Ceará com documento falso e tornozeleira descarregada