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EXCLUSIVO: atração de empresas, grandes eventos e capital externo impulsionam economia de SP, diz prefeito
Publicado 18/11/2025 • 12:41 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 18/11/2025 • 12:41 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou nesta terça-feira (18) que a capital vive “um momento muito positivo” na atração de eventos, empresas e investimentos estrangeiros. Esse movimento, segundo ele, tem impacto direto na geração de emprego, na arrecadação e na imagem internacional da cidade.
Segundo a prefeitura, São Paulo registrou 59% mais eventos no primeiro semestre de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior, com o setor se tornando uma das engrenagens centrais da estratégia econômica da cidade. “Quando a gente fala de trazer eventos para São Paulo, nós estamos falando de geração de emprego e geração de renda”, afirmou.
O prefeito destacou o retorno econômico da Fórmula 1, hoje o principal evento âncora da capital. Segundo ele, a etapa no Autódromo de Interlagos gerou R$ 2,2 bilhões em movimentação financeira e mais de 20 mil empregos.
“São 170 países assistindo positivamente a cidade de São Paulo”, disse. Ele acrescentou que 70% do público é de fora da capital, e 15% vem do exterior, o que pressiona setores como hotelaria e transporte. “Os hotéis chegaram a 100% de ocupação.”
Nunes citou ainda a NFL e o festival The Town entre os eventos com maior impacto econômico, além do carnaval, que reuniu 15 milhões de pessoas nos desfiles de rua, número superior ao de Salvador e Rio.
Ao reforçar o desempenho do ambiente econômico, o prefeito afirmou que 86 mil empresas de outros estados migraram para São Paulo desde o início de sua gestão, além da abertura de 847 mil novos negócios no período.
“Isso nos possibilitou chegar agora ao menor índice de desemprego da série histórica, 5,2%”, afirmou. Para Nunes, a combinação de investimento privado, parceria com o setor público e simplificação tributária tem impulsionado o crescimento econômico: “Mesmo diminuindo impostos, estamos aumentando a arrecadação e o investimento em infraestrutura.”
Nunes ressaltou ainda a receptividade de investidores estrangeiros. Ele destacou a participação da Prefeitura na GITEX Global, em Dubai, para apresentar projetos de inovação e atrair empresas.
“O mundo inteiro vê São Paulo hoje muito positivamente, com sua capacidade de negócio, empreendedorismo, sustentabilidade e questão social”, afirmou. O prefeito também confirmou que a GITEX será realizada em São Paulo em 2027.
Segundo ele, a cidade recebe cerca de 17 milhões de turistas por ano, sendo 2 milhões de estrangeiros, apoiada por uma rede hoteleira “fantástica” e uma infraestrutura que vem sendo modernizada.
Questionado sobre gargalos para receber turistas internacionais, especialmente com o transporte público, Nunes afirmou que a cidade avançou, mas reconheceu que ainda há melhorias necessárias.
Ele elogiou a retomada das obras da Linha 17-Ouro pelo governo estadual, que ligará o sistema ao Aeroporto de Congonhas: “Estava parado desde 2013, é um absurdo.” A previsão, segundo ele, é de operação assistida em março e funcionamento pleno em julho de 2025.
Nunes também citou a ampliação do metrô. “Durante 50 anos foram construídos 104 km. O governador Tarcísio hoje está com 36 km em obra e vai iniciar mais 20 km”, afirmou. No transporte coletivo, destacou que 100% da frota de ônibus tem ar-condicionado, acessibilidade e USB.
O prefeito afirmou que a pauta ambiental é prioridade e rejeitou associações ao negacionismo climático. “Não é o meu caso, muito pelo contrário”, disse.
Ele enfatizou o avanço da frota de ônibus elétricos, que chegou a mil veículos. “Quando você tira o ônibus a diesel de circulação, deixamos de consumir 35 mil litros de óleo diesel por veículo. Com mil ônibus elétricos, são 35 milhões de litros a menos por ano.”
Nunes explicou que a transição energética depende tanto de determinação política quanto de financiamento. “Um ônibus a diesel custa R$ 700 mil; o elétrico custa R$ 2,5 milhões. Levantamos R$ 6,5 bilhões para a aquisição de ônibus elétricos.”
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