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Museu do Louvre terá 100 novas câmeras após roubo de joias
Publicado 19/11/2025 • 17:35 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/11/2025 • 17:35 | Atualizado há 2 meses
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Museu do Louvre
A presidente do Museu do Louvre, Laurence des Cars, afirmou nesta quarta-feira (19) que novas câmeras de vigilância e sistemas anti-intrusão serão instalados após o roubo das joias da coroa ocorrido no mês passado. A instituição pretende colocar em operação 100 câmeras adicionais até o fim de 2026, enquanto os novos dispositivos anti-intrusão começam a ser instalados em duas semanas.
Segundo des Cars, os equipamentos devem impedir que intrusos se aproximem dos edifícios do museu. Ela não detalhou a tecnologia, mas destacou que as câmeras têm o objetivo de garantir “proteção completa dos arredores do museu”. “Após o choque, após a emoção, após a avaliação, é hora de agir”, disse durante audiência no Comitê de Assuntos Culturais da Assembleia Nacional. As medidas integram um conjunto de mais de 20 ações emergenciais que serão implementadas. O museu também criou o cargo de coordenador de segurança, anunciado neste mês.
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O roubo, ocorrido em 19 de outubro, durou menos de oito minutos. Os criminosos forçaram a entrada por uma janela da Galeria Apollo com apoio de um elevador de carga e levaram um tesouro avaliado em 88 milhões de euros. Des Cars revelou novos detalhes da invasão e afirmou que os ladrões usaram cortadores de disco para concreto a fim de romper as vitrines. Segundo ela, o método não havia sido previsto quando as estruturas foram substituídas em 2019, já que haviam sido planejadas para resistir principalmente a ataques internos com armas.
Imagens das câmeras mostram que as vitrines “se mantiveram notavelmente bem e não se despedaçaram”, afirmou des Cars, ressaltando que os vídeos evidenciam a dificuldade enfrentada pelos criminosos.
A modernização da segurança integra o plano decenal “Louvre Nova Renascença”, lançado neste ano e estimado em até 800 milhões de euros. O programa prevê a atualização da infraestrutura, o alívio da superlotação e a criação de uma galeria dedicada para a Mona Lisa até 2031.
Com o crescente fluxo de visitantes, des Cars limitou o acesso diário a 30 mil pessoas. Ela lembrou que a pirâmide de vidro inaugurada em 1989 foi projetada para receber cerca de 4 milhões de visitantes por ano, enquanto o museu ultrapassou 8 milhões de ingressos em 2024. A direção também anunciou na segunda-feira o fechamento temporário de alguns escritórios e de uma galeria pública por fragilidade estrutural.
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