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Crise das estatais: o que está em jogo?
Publicado 21/12/2025 • 20:35 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/12/2025 • 20:35 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Paul R. Burley/Wikimedia Commons.
Correios: entenda o plano de reestruturação em três etapas
A crise das estatais expõe um dilema estrutural: manter empresas deficitárias com recursos públicos ou redefinir o papel do Estado em setores específicos. Enquanto o Tesouro tenta conter riscos no curto prazo, cresce a pressão por soluções que evitem a repetição de socorros bilionários e o impacto direto sobre as contas públicas.
Diante da escalada da crise das estatais, o governo editou um decreto que permite a empresas não dependentes, mas em dificuldade operacional, apresentar planos de reequilíbrio econômico-financeiro. A norma abre espaço para aportes pontuais da União, desde que não se tornem subsídios permanentes.
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O mecanismo busca evitar a reclassificação automática dessas empresas como dependentes do Tesouro, mas amplia a exposição fiscal em um momento de restrição orçamentária.
O avanço do déficit das estatais já levou o governo a elevar a estimativa de rombo para mais de R$ 9 bilhões em 2025, acima do previsto inicialmente. Para cumprir a meta fiscal, a equipe econômica precisou remanejar recursos e antecipar discussões sobre 2026.
Especialistas apontam falhas recorrentes de governança, escolhas políticas para cargos estratégicos e modelos de negócio defasados como fatores centrais da crise. O debate sobre privatizações, modelos híbridos ou reestruturações profundas voltou à pauta.
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