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Paulistanos planejam gastar R$ 500 para comprar até quatro presentes de Natal
Publicado 22/12/2025 • 13:46 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/12/2025 • 13:46 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Um estudo da FecomercioSP mostra que os paulistanos pretendem gastar, em média, até R$ 507 com presentes de Natal, valor abaixo do registrado em 2024 (R$ 532).
Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados planejam comprar até três itens diferentes, enquanto menos de um terço pretende adquirir no máximo cinco produtos. Essa dinâmica resulta em uma média de 4,4 produtos por consumidor.
O principal desafio para manter o gasto próximo ao teto de R$ 500, no entanto, está na postura mais cautelosa do consumidor. A maioria dos entrevistados (52,3%) afirmou que não pretende usar o décimo terceiro salário para as compras de fim de ano.
De acordo com a federação, o dado indica maior prudência no orçamento familiar, com consumidores priorizando o pagamento de dívidas ou a poupança, em vez de ampliar os gastos no Natal.
Apesar disso, a intenção de compra avançou na comparação com os últimos anos. Quase sete em cada dez paulistanos (66%) afirmaram que pretendem comprar algum presente neste Natal, acima dos 62% registrados em 2024 e dos 59% em 2023.
Para a FecomercioSP, esse otimismo moderado reflete um mercado de trabalho ainda aquecido, com o desemprego em mínima histórica (5,4%), o que contribui para a elevação da renda média. Por outro lado, juros elevados e incertezas em relação a 2026 seguem como fatores de pressão sobre o varejo, que já apresenta sinais de desaceleração mais forte no segundo semestre de 2025.
A entidade estima que as vendas do quarto trimestre devem crescer apenas 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Para 2025, a projeção é de alta de 5%, abaixo do avanço registrado em 2024 (9,3%). Com isso, o Natal tende a ser razoável, mas longe de “exuberante” para o comércio.
A pesquisa ouviu 1.048 consumidores na cidade de São Paulo, entre 28 de novembro e 2 de dezembro.
Saiba mais:
Para a FecomercioSP, esse otimismo moderado reflete um mercado de trabalho ainda aquecido, com o desemprego em mínima histórica (5,4%), o que contribui para a elevação da renda média. Por outro lado, juros elevados e incertezas em relação a 2026 seguem como fatores de pressão sobre o varejo, que já apresenta sinais de desaceleração mais forte no segundo semestre de 2025.
A entidade estima que as vendas do quarto trimestre devem crescer apenas 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Para 2025, a projeção é de alta de 5%, abaixo do avanço registrado em 2024 (9,3%). Com isso, o Natal tende a ser razoável, mas longe de “exuberante” para o comércio.
A pesquisa ouviu 1.048 consumidores na cidade de São Paulo, entre 28 de novembro e 2 de dezembro.
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