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Milei transfere estatal Impsa a grupo dos EUA em sua 1ª privatização na Argentina
Publicado 09/01/2025 • 08:33 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 09/01/2025 • 08:33 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Tânia Rêgo/Agência Brasil
O presidente da Argentina, Javier Milei
O governo de Javier Milei anunciou na quarta-feira, (8(, a primeira privatização de uma empresa sob o seu mandato, ao conceder participação majoritária de uma metalúrgica. Quem recebeu a estatal foi a ARC Energy, empresa dos EUA, cujo presidente, Jason Arceneaux, é venezuelano e financiador da campanha de Donald Trump.
“Privatizamos a Impsa”, disse o ministro da Economia, Luis Caputo, em sua conta no X, ao publicar uma declaração explicando a operação.
O ministério afirma que a decisão está de acordo com o objetivo de “déficit zero” e a não alocação de recursos federais para empresas privadas, “abrindo a possibilidade de a empresa continuar sua atividade de forma saudável dentro de uma estrutura de economia de mercado”.
A Província de Mendoza, que tem uma participação acionária na Impsa, apoiou a decisão. A estatal é centenária, surgiu em 1907, quando Enrique Pescarmona fundou a metalúrgica para a fabricação de peças de reposição em ferro fundido, equipamentos para a indústria vinícola e comportas para canais de irrigação.
Com o tempo, ela se tornou uma das principais empresas argentinas, com participações importantes em projetos hidrelétricos, parques eólicos, energia nuclear e equipamentos para a indústria de petróleo e gás. Tem um quadro de 660 profissionais.
Quando Milei lançou a concorrência para a aquisição da maioria das ações da empresa, a ARC Energy foi a única licitante a se candidatar a assumir a empresa, cujas ações eram divididas entre o Estado (63,7%), a Província de Mendoza (21,2%), um fundo de credores (9,78%) e a família Pescarmona (5%).
A empresa americana fará um pagamento imediato de US$ 7 milhões, o que representa 25% da sua proposta de capitalização, que atinge um total de US$ 27 milhões. O passivo da empresa é estimado em US$ 570 milhões, tendo como principais credores o Banco Nación, o BID, o BICE e a empresa chilena Grupo Moneda.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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