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Fernanda Rocha: “Compra da proteção é como comprar o guarda-chuva em dia de sol”
Publicado 19/01/2026 • 20:59 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/01/2026 • 20:59 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O investidor precisa aproveitar o movimento otimista e de euforia do mercado para realizar a compra de proteção, momento que o Hedging fica mais atrativo. A avaliação é da notável Fernanda Rocha, que em nova rodada da conversa ao Radar, programa da Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, deu um panorama sobre como escolher investir de forma eficaz neste cenário.
“A compra da proteção tem que ser feita como comprar o guarda-chuva em dia de sol. A gente tem que comprar enquanto está com esse movimento otimista, bolsas para cima, esse movimento mais de euforia, que é quando a proteção fica mais atrativa”, afirmou Fernanda. “Hoje, com um custo em torno de 5% a 7% da sua posição, você consegue comprar derivativos e fazer também heads das suas posições, trazendo uma estabilidade, uma diminuição da volatilidade da sua conta. Você abre mão de um percentual do seu ganho para trazer essa estabilidade, essa proteção para a sua conta”, explica.
Fernanda também aponta que os analistas estão com uma visão de muito mais cautela. “Entendemos que com essa alta, com toda essa puxada em vários mercados, não só de bolsa de valores… quando a gente olha para todos os lados, pensa: ‘nossa, está tudo caro’. Com isso, a simetria de ganho acaba diminuindo, e as possibilidades de a gente continuar ganhando acabam que dão uma emagrecida.”
Ela completa que o momento é de realizar algumas posições que já tiveram um ganho muito grande, trazendo essa conta para um perfil “mais tranquilo”, para diminuir um pouco dessa volatilidade. “(é o momento de) Aquele cliente que tem espaço na sua carteira para fazer um movimento de dolarização, ou então mandar mais dinheiro para fora, recompor um pouco mais da sua parcela lá fora, diminuir um pouco do risco país. Isso pensando que esse é um ano de eleição, um ano em que após abril a gente já vai ter uma visibilidade do que enfrentaremos. Depois de abril, não se compra proteção”, revela.
Segundo Fernanda, a oportunidade agora está em balancear as posições, diminuindo a sobrecarga em alguns setores — e dá as dicas: “A gente vê muito aqui — setores de energia, ou ligados a saneamento, commodities… eles são os mais atrativos, são os que seguram realmente o valor do dinheiro”, conta.
Ouro, ela diz, também é uma boa opção para comprar proteção. Isso porque as incertezas do mercado acompanham, também, os conflitos geopolíticos. “Isso faz com que, somando-se esse movimento inflacionário, a perda do valor do dinheiro não só do dólar, mas no geral; a busca por ativos que são infinitos, como ouro, acabe sendo algo que é protetivo.”
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