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Negócios em Jogo: Caca Bueno vê crescimento do futebol feminino e oportunidades de investimento
Publicado 20/01/2026 • 13:04 | Atualizado há 4 horas
Publicado 20/01/2026 • 13:04 | Atualizado há 4 horas
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Os clubes de futebol feminino de elite faturaram, pela primeira vez, mais de 150 milhões de euros, refletindo crescimento consistente do setor. Para comentar o cenário e as perspectivas de investimento, o programa Negócios em Jogo, apresentado por Cacá Bueno, analisou os números e tendências do futebol feminino.
“É um tema polêmico, porque quando falamos de futebol feminino no Brasil, sempre surge uma polêmica. O país vai um pouco na contramão do que acontece no mundo. O futebol feminino vem crescendo, e os 15 clubes que mais faturam continuam crescendo. Em média, cada grande clube fatura cerca de 10 milhões de euros”, disse Cacá Bueno, contextualizando o avanço da modalidade.
Segundo ele, a comparação mais justa não é com o futebol masculino, mas com outros esportes. O faturamento cresceu 35% este ano globalmente, e a audiência e interesse do público têm aumentado, gerando oportunidades para marcas e patrocinadores.
“Este ano, o faturamento do Arsenal feminino subiu 43%, chegando a 25 milhões de euros, com média de público de 35 mil pessoas por jogo. Os clubes deveriam se preparar agora para a próxima Copa do Mundo no Brasil, adquirindo direitos de transmissão e visibilidade”, afirmou Bueno.
Leia também: Negócios em Jogo: Copa do Mundo movimenta bilhões, mas prêmio é simbólico, analisa Cacá Bueno
Ele destacou que canais de TV também estão investindo: “Globo, Casé e N Esportes estão aumentando transmissões do futebol feminino. Para os clubes investirem, é necessário que as empresas tenham um olhar estratégico, porque a audiência cresce e os custos ainda são menores do que no masculino”.
Cacá ressaltou que a maturidade do mercado no Brasil ainda é inferior à Europa e aos Estados Unidos, mas que oportunidades existem em experiências nos estádios, patrocínios de transmissões, placas de campo e associações diretas com a torcida.
“Os clubes brasileiros são deficitários no feminino, investindo recursos do masculino. O primeiro passo é aumentar as transmissões e entregar o produto à população para gerar conexão. O segundo passo é que as marcas invistam, mostrando suas empresas e garantindo receita para os clubes crescerem ainda mais”, explicou.
Ele reforçou que o investimento estratégico pode gerar retorno mais interessante: “O CPM e os custos tornam o futebol feminino uma alternativa atrativa para marcas. Há menos concorrência e mais oportunidades de negócio, garantindo ROI superior ao masculino em algumas frentes”.
Cacá concluiu destacando o crescimento esperado: “O interesse aumenta 30% a 40% ao ano. Com investimento, tudo melhora: espetáculo, transmissão e experiência. O crescimento do futebol feminino brasileiro depende das marcas aproveitarem essa oportunidade, como aconteceu na Europa e nos Estados Unidos”.
“Investindo, o futebol feminino brasileiro crescerá e se consolidará, trazendo benefícios para atletas, clubes e público”, finalizou Bueno, sintetizando o potencial do setor e a necessidade de ações estratégicas de patrocinadores e empresas.
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