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Ibovespa B3 alcança patamar histórico e supera os 185 mil pontos com suporte de commodities
Publicado 03/02/2026 • 19:02 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 03/02/2026 • 19:02 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
O mercado acionário brasileiro viveu um dia emblemático nesta terça-feira (3), com o Ibovespa B3 estabelecendo novas marcas históricas. Após sessões de instabilidade, o principal índice da B3 encerrou com valorização de 1,58%, fixado em 185.674,43 pontos.
Durante o pregão, o indicador chegou a tocar a máxima inédita de 187.334 pontos. O volume financeiro movimentado somou R$ 36,09 bilhões, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro.
Internamente, os investidores reagiram à divulgação da ata da última reunião do Copom. O documento reforçou a sinalização de que o Banco Central deve dar início ao ciclo de redução da taxa Selic já na reunião de março, o que trouxe otimismo para o mercado local.
No cenário internacional, o dia foi marcado por uma rotação de ativos. Enquanto as bolsas de Nova York recuaram, pressionadas pelo desempenho negativo das gigantes de tecnologia, o fluxo financeiro migrou para mercados emergentes, beneficiando a bolsa paulista.
As ações de peso foram fundamentais para o recorde. A Vale (VALE3) saltou 4,92%, cotada a R$ 88,99, ignorando a desvalorização de 1,14% do minério de ferro. O movimento foi sustentado por relatórios positivos de analistas do Itaú BBA, que reiteraram a recomendação de compra para os ativos da mineradora.
Já a Petrobras acompanhou a recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional. As ações ordinárias (PETR3) subiram 1,24%, valendo R$ 40,08, enquanto as preferenciais (PETR4) avançaram 0,91%, fechando em R$ 37,58.
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Às vésperas da temporada de balanços do setor financeiro, a maioria dos grandes bancos operou no azul. O Banco do Brasil subiu 1,54% (R$ 25,69), seguido por Itaú (+0,57%; R$ 46,14) e Bradesco (+0,56%; R$ 21,68). Na contramão, o Santander recuou 2,39%, encerrando a R$ 35,94.
Entre as maiores altas, a Vamos liderou as altas com um salto de 7,37% (R$ 4,37), acompanhada por RD Saúde (+5,99%) e Cyrela (+5,64%). No campo negativo, as empresas de educação sofreram perdas: a Cogna caiu 3,56% (R$ 4,34) e a Yduqs recuou 3,38%. A Totvs também fechou em queda de 3,26%, cotada a R$ 43,60.
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