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Super Bowl: bares e restaurantes devem aproveitar e lucrar com a popularidade do evento no Brasil
Publicado 04/02/2026 • 13:31 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 04/02/2026 • 13:31 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Foto: divulgação/Levi's Stadium,
bola do Super Bowl
Neste domingo (8) acontece a final da temporada da NFL, o principal campeonato de futebol americano. Em jogo único, diferente das outras fases da competição, o evento é envelopado e vendido em um pacote especial chamado Super Bowl, que chega à sua sexagésima edição neste ano e teve mais de 191 milhões de telespectadores na edição passada.
No contexto esportivo, os finalistas de 2026 são os tradicionais New England Patriots e Seattle Seahawks. O Patriots, de Foxborough, em Massachusetts, joga por seu sétimo título; já a equipe da chuvosa cidade da costa Leste vai tentar seu segundo triunfo.
Se o leitor não for um dos 70 mil espectadores que pagaram entre US$ 5 mil e US$ 70 mil por um assento no Levi´s Stadium, na Baía de San Francisco, ou se perdeu o voo para a Califórnia, poderá se juntar a outros fãs para ver o jogo em algum dos muitos bares e restaurantes que irão transmitir o evento, a partir das 20h30 (horário de Brasília). E para quem não gosta ou não entende do esporte, o evento ainda terá shows do Green Day, na abertura, e Bad Bunny, no intervalo.
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Quem tem sentido o impacto dessa popularidade é o setor de bares e restaurantes. O crescimento do interesse pelo esporte tem refletido diretamente na procura por estabelecimentos para assistir à final.
Estudo do Ibope revelou que 82% dos fãs de NFL estão abertos a experimentar produtos e serviços de marcas associadas ao esporte.
Para o setor, esses dados revelam o potencial da modalidade para os negócios no país, e estabelecimentos já realizam a estruturação de programações específicas. Fábio Lau, proprietário do Bodega Bar, em Copacabana, no Rio de Janeiro, conta que a transmissão da NFL passou a fazer parte do posicionamento do negócio após a mudança de gestão.
“Comprei o bar em junho do ano passado. O antigo dono passava o Super Bowl, mas não tinha o hábito de transmitir a temporada. Assim que assumi, fiz uma renovação física e divulgamos que passaríamos todos os jogos disponibilizados pela TV”, relata.
O líder de Conteúdo e Inteligência da Abrasel, José Eduardo Camargo, comenta que o evento tem alta mobilização nas redes sociais, o que torna vantajosa a transmissão da final pelos bares. “Se o bar entrega uma experiência consistente e já emenda comunicação para a temporada seguinte, dá para transformar uma noite pontual em relacionamento e recorrência ao longo do ano”.
Neste ano, um dos jogos da liga será realizado no Rio de Janeiro, fortalecendo a leitura dos dados sobre consumo e ampliando o alcance das ativações.
Para Fábio, o evento na cidade deve impulsionar o movimento no mercado local: “Quando os jogos forem no Rio, vou mudar minha estratégia. Penso em promoções para quem vier com camisa e outras ações. Quero que as pessoas assistam aqui para trocar ideia, aproximar quem já é fã e também ajudar quem não entende as regras a perceber que o jogo é muito mais estratégico do que físico”, conclui.
No ano passado, de acordo com dados da Nielsen, a transmissão do Super Bowl LIX alcançou um recorde, com 191,1 milhões de espectadores únicos que assistiram ao jogo por pelo menos um minuto.
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Apesar de o Brasil ser o país do futebol jogado com os pés, o esporte associado a Tom Brady acumula fãs no país ano após ano.
Segundo dados do IBOPE Repucom, em 2014 apenas 18% dos brasileiros se declaravam fãs de futebol americano, sendo a maior parte formada pelo público masculino. Dez anos depois, em 2024, o número passou para 35%, totalizando 41 milhões de fãs no Brasil.
O avanço é tanto que o país já recebeu dois jogos oficiais de temporada. Em setembro de 2025, Kansas City Chiefs e Los Angeles Chargers jogaram para 47 mil fãs, movimentando cerca de R$ 330 milhões.
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