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Economia Brasileira

Dois a cada três brasileiros que poupam ainda não investem e o motivo chama atenção

Publicado 04/02/2026 • 13:20 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Segundo uma pesquisa inédita do Google, 66% dos brasileiros que guardam dinheiro recorrentemente ainda não utilizam produtos de investimento.
  • Receios e complexidades são as principais barreiras de entrada para transformar poupadores em investidores.
poupança, pequenos investidores

Para aumentar sua base de investidores em renda fixa no Brasil em 2026, as instituições financeiras devem focar seus esforços em um grupo específico – os brasileiros que poupam, mas que ainda não se sentem seguros em investir. Segundo uma pesquisa inédita do Google, 66% dos brasileiros que guardam dinheiro recorrentemente ainda não utilizam produtos de investimento para rentabilizar seu patrimônio.

O estudo do Google aponta ainda que o cenário ocorre em um contexto macroeconômico favorável para as instituições financeiras atraírem mais investidores. “O ano de 2025 consolidou a base de investidores no país, atingindo a marca de 100 milhões de pessoas em renda fixa, uma alta de 20% em relação ao ano anterior”, traz o levantamento da Big Tech.

No mesmo levantamento realizado pelo Google, 69% dos brasileiros afirmam enxergar a favorabilidade do cenário econômico atual para contratação de serviços financeiros. O mês de março costuma ser o período em que se dá o início da organização do ano.

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Receios e complexidades são as principais barreiras de entrada para transformar poupadores em investidores. Assim, segundo a pesquisa do Google, o setor precisa superar obstáculos comportamentais. “A barreira do desconhecimento é o primeiro grande impasse: 63% dos brasileiros não conseguem citar espontaneamente o nome de nenhum produto financeiro.”

A pesquisa apontou ainda que o receio de golpes afeta a decisão de 43% dos entrevistados. Já a dificuldade em entender os produtos chega a 39% dos respondentes.

Receio com retornos em longo prazo (38%) e falta de orientação personalizada (37%) também adicionam camadas de afastamento ao ambiente de investimentos.

Por fim, a complexidade da linguagem técnica também se mostra um fator de exclusão: 30% têm dificuldade para compreender as opções disponíveis no mercado. “Desconexões como as mencionadas anteriormente fazem com que o investidor em potencial se sinta inseguro para dar o próximo passo”, aponta o estudo.

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Destino estratégico para o aprendizado

Diante da necessidade de simplificação, o suporte educacional online tornou-se o principal catalisador do setor. O YouTube registrou um crescimento de 26% em visualizações de conteúdos sobre investimentos em 2025, de acordo com o Google.

A plataforma apresenta um engajamento 8 vezes maior que a segunda rede social da categoria – o Tik Tok –, consolidando-se como a principal “sala de aula” para quem busca dicas de economia, organização de contas e desmistificação do mercado financeiro.

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A chave para o crescimento do setor em 2026, segundo o Google, reside em integrar o tema ao cotidiano. “Temos hoje a chance de democratizar o acesso aos investimentos acionando duas alavancas principais: a conexão com sonhos reais e o uso de uma linguagem acessível. O digital, por meio dos criadores, é o aliado para traduzir produtos complexos em ferramentas tangíveis de realização de metas”, afirma Mônica de Carvalho, diretora de Negócios do Google Brasil.

De acordo com ela, a tecnologia e o conteúdo são essenciais para isso: “Com a jornada financeira cada vez mais digital, o consumidor demanda autonomia. Quem conseguir unir facilidade no acesso aos produtos a uma narrativa que faça sentido no cotidiano das pessoas sairá na frente.”

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