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Diretor do Fed diz que banco central deve manter autonomia na política monetária

Publicado 09/02/2026 • 22:53 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • O diretor do Fed, Stephan Miran, afirmou nesta segunda-feira (9) que o banco deve preservar autonomia na política monetária, embora reconheça que independência plena não existe.
  • Ele afirmou que as tarifas do governo Trump têm papel relevante na política fiscal dos EUA e, por consequência, influenciam a política monetária.

Alex Wonggettu/Getty Images via AFP

O diretor do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Stephan Miran afirmou nesta segunda-feira (9) que o banco central deve preservar autonomia em relação à política monetária, embora tenha reconhecido que uma independência plena não existe.

Ele também disse que as tarifas adotadas pelo governo Trump desempenham um papel relevante na política fiscal dos Estados Unidos e, por consequência, influenciam o ambiente da política monetária.

Miran observou que o Fed já coopera com o governo em diversas frentes e destacou que a atuação independente do banco central deve se concentrar no ciclo da política monetária. “A independência do Fed leva a decisões melhores, mas não existe um banco central 100% independente”, afirmou.

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O dirigente também disse que as tarifas não representam um fator inflacionário significativo e avaliou que as medidas aplicadas a diversos países podem contribuir para a queda dos juros ao longo do tempo. Segundo Miran, o aumento da arrecadação com tarifas tem ajudado as contas do governo. “O mundo está começando a enxergar as tarifas como menos prejudiciais do que se imaginava”, disse.

Miran ainda descartou impactos relevantes da política tarifária sobre o dólar, ressaltando a força da moeda americana como reserva global.

Segundo ele, também seria necessário um movimento muito expressivo do dólar para afetar a inflação, já que as oscilações cambiais recentes têm sido modestas e exercido impacto limitado sobre a política monetária. “Não vejo isso como algo que tenha tido consequências relevantes para a política monetária até agora”, concluiu.

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