Quem foi Jeffrey Epstein, o financista americano ligado a acusações de tráfico sexual de menores

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Jeffrey Epstein voltou a ser destaque após a divulgação de documentos da investigação que o acusam de abuso sexual e tráfico humano.

Assunto em alta 

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Jeffrey ganhou notoriedade pela carreira no mercado financeiro e por protagonizar um dos maiores escândalos recentes de tráfico sexual de menores.

Ascensão e queda

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Jeffrey Edward Epstein nasceu em 20 de janeiro de 1953, no Brooklyn, em Nova York. Desde jovem, demonstrou aptidão para matemática e física, estudando na Cooper Union e na Universidade de Nova York.

Estudos

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O financista começou a carreira como professor de física e matemática em uma escola de elite em Manhattan e, em 1976, ingressou no setor financeiro na Bear Stearns.

Entrada no mercado

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Durante sua passagem pela prestigiada empresa, Epstein foi questionado sobre inconsistências em sua formação. Ainda assim, em 1987, a Bear Stearns o tornou sócio minoritário.

Inicio conturbado

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No ano seguinte, a empresa abriu uma investigação interna para apurar possíveis violações às regras da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. Epstein foi suspenso e multado, embora tenha negado as acusações.

Investigação

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Em 1982, Epstein fundou a consultoria International Assets Group, afirmando gerir fortunas de clientes muito ricos. Depois, criou a Financial Trust Company e a Jeffrey Epstein VI Foundation.

Empresas

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A partir daí, suas operações passaram a ser mais discretas. Sua empresa ficou conhecida por atender clientes milionários de forma reservada, entre eles o bilionário Leslie Wexner.

Vida secreta

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Além das propriedades, o patrimônio de Epstein é estimado em US$ 100 milhões. Ele também ganhou notoriedade ao frequentar festas e se relacionar com celebridades, músicos e políticos influentes.

Fortuna

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Epstein ficou conhecido mundialmente por acusações de crimes sexuais envolvendo menores. Em 2005, passou a ser investigado por supostamente pagar jovens por “massagens”.

 Acusações iniciais

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Em 2018, a repórter investigativa Julie K. Brown identificou cerca de 80 possíveis vítimas ligadas a Epstein. As investigações apontam para mais de 250 meninas menores de idade envolvidas nos casos.

Explosão do caso

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Após voltar à prisão em 2019, o financista foi encontrado morto. A perícia concluiu que a morte foi causada por suicídio por enforcamento.

Morte

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