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Como a Rise transforma fundos e investimentos com blockchain?

Publicado 11/02/2026 • 21:43 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • A Rise Network utiliza uma blockchain permissionada para automatizar a custódia e administração de fundos, gerando uma economia operacional de 60%.
  • Diferente do modelo padrão de RWA, a Rise Finance foca em integrar estratégias de DeFi diretamente em produtos financeiros tradicionais com total seguridade jurídica.
  • A volatilidade atual do Bitcoin é vista pelo CEO como uma oportunidade de entrada, enquanto a regulação nos EUA deve acelerar a adoção de infraestruturas blockchain globais.

A transição do mercado financeiro tradicional para o digital não é apenas uma mudança de plataforma, mas uma evolução necessária. Para Vitor Delduque, a inovação é o verdadeiro motor do capitalismo, impulsionando um processo de “destruição criativa” que substitui práticas obsoletas por eficiência tecnológica.

A Rise atua como uma ponte institucional de três camadas. Através da Rise Network, uma blockchain permissionada, a empresa automatiza todo o ciclo de vida de ativos digitais.

Essa infraestrutura permite unir gestão, administração e custódia em um único ambiente, reduzindo custos operacionais em até 60% para fundos de investimento.

“O motor do capitalismo não é a estabilidade, é a inovação. Eu quis fazer parte dessa destruição criativa, onde novas tecnologias destroem práticas antigas para criar algo mais eficiente.”

Invertendo a lógica: o DeFi dentro do tradicional

Enquanto muitos projetos focam em levar ativos do mundo real (RWA) para a blockchain, a Rise Finance faz o caminho inverso: traz as mecânicas de DeFi (Finanças Descentralizadas) para dentro do mercado tradicional. Tudo isso é feito respeitando as regras de segregação patrimonial e governança exigidas pelos reguladores.

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Essa arquitetura permite que ativos tenham regras automáticas descritas em contratos inteligentes. Pagamentos de juros, amortizações e distribuições de rendimentos ocorrem sem intervenção humana.

Na prática, a Rise eliminou o “time de ops” (operacional), mantendo apenas equipes de tecnologia e comercial, já que o sistema roda de forma autônoma.

O Bitcoin como “segunda chance” e a regulação global

Sobre a recente volatilidade do Bitcoin, que recuou de 125 mil dólares para a casa dos 65 mil dólares, Vitor mantém a serenidade. Para o CEO, a tese central da moeda permanece inalterada e o limite de emissão de 21 milhões de unidades garante um ativo livre de manipulações governamentais.

A expectativa agora gira em torno da Lei Clarity nos Estados Unidos. A aprovação de marcos regulatórios claros deve destravar um fluxo massivo de capital institucional.

A Rise já se prepara para essa escala global, inclusive com conversas avançadas para fornecer infraestrutura para bancos centrais fora das Américas.

“O Bitcoin não cai, ele te dá uma segunda chance. É o ativo mais interessante em relação a qualquer moeda fiduciária manipulada por governos.”

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