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Olimpíadas de Inverno 2026: quem paga mais aos medalhistas de ouro?
Publicado 18/02/2026 • 15:40 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 18/02/2026 • 15:40 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: Reuters
Olimpíadas de Inverno 2026 quem paga mais aos medalhistas de ouro
A edição de 2026 dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina segue acontecendo e colecionando momentos históricos. Os jogos no gelo deste ano elevaram a expectativa com novas modalidades e maior inclusão feminina nas modalidades, incluindo provas mistas.
Apesar da grande notoriedade em representar o país na maior competição no gelo do mundo, a conquista das medalhas é um incentivo a mais para os atletas que desejam cravar o nome na história das olimpíadas. Além do cobiçado objeto, subir no pódio também garante uma compensação financeira aos competidores.
Conforme noticiado anteriormente em Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, mesmo que o Comitê Olímpico Internacional não distribua recompensas em dinheiro aos atletas, diversos países e comitês olímpicos nacionais disponibilizam incentivos financeiros como forma de reconhecimento.
Leia também: Por que as medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 valem mais do que nunca?
Confira os países que mais pagam por medalha conquistada:
Os números a seguir representam os valores recebidos individualmente.
| País | Ouro | Prata | Bronze |
| Singapura | US$ 792.000 | US$ 395.000 | US$ 197.000 |
| Hong Kong | US$ 768.000 | US$ 384.000 | US$ 192.000 |
| Malásia | US$ 256.000 | US$ 77.000 | US$ 26.000 |
| Cazaquistão | US$ 250.000 | US$ 150.000 | US$ 75.000 |
| Itália | US$ 214.000 | US$ 107.000 | US$ 71.000 |
| Polônia | US$ 211.000 | US$ 169.000 | US$ 124.000 |
| Coreia do Sul | US$ 208.000 | US$ 139.000 | US$ 70.000 |
| Bulgária | US$ 150.000 | US$ 120.000 | US$ 60.000 |
| Espanha | US$ 111.000 | US$ 57.000 | US$ 36.000 |
| França | US$ 95.000 | US$ 48.000 | US$ 24.000 |
| Eslováquia | US$ 71.000 | US$ 60.000 | US$ 47.000 |
| Andorra | US$ 71.000 | US$ 47.000 | US$ 24.000 |
| Brasil | US$ 67.000 | US$ 40.000 | US$ 27.000 |
| Suíça | US$ 65.000 | US$ 52.000 | US$ 39.000 |
| Finlândia | US$ 59.000 | US$ 36.000 | US$ 24.000 |
| Estados Unidos | US$ 38.000 | US$ 23.000 | US$ 15.000 |
| Alemanha | US$ 36.000 | US$ 24.000 | US$ 12.000 |
| Países Baixos | US$ 36.000 | US$ 18.000 | US$ 9.000 |
| Japão | US$ 33.000 | US$ 13.000 | US$ 7.000 |
| Canadá | US$ 15.000 | US$ 11.000 | US$ 7.000 |
| Austrália | US$ 14.000 | US$ 11.000 | US$ 7.000 |
| Nova Zelândia | US$ 3.000 | US$ 2.000 | US$ 1.000 |
Singapura é o país mais generoso em quesito de pagamento por medalha. Mesmo sem grandes atuações e tradição nos jogos no gelo, o país se destaca pela diferença entre países que costumam liderar o quadro de medalhas.
Em comparação a países tradicionais como Itália, representante desta edição, e Estados Unidos, Singapura recompensa com valores muito superiores. Em relação à delegação italiana, atualmente na segunda colocação do ranking, o país asiático mais que triplica o pagamento pela conquista do ouro.
Nem todas as nações de destaque nos esportes de inverno oferecem prêmios em dinheiro aos medalhistas. A Noruega, apesar de ser a maior vencedora da história dos Jogos de Inverno, não paga bônus por pódios, mas concede apoio anual aos atletas em atividade, incluindo recursos financeiros, treinamento especializado e assistência médica.
O Reino Unido também não oferece recompensas por medalhas; em vez disso, o investimento no alto rendimento é feito pela UK Sport, com verbas da Loteria Nacional.
Já a China não possui um modelo nacional padronizado de premiações, deixando a definição de incentivos para governos provinciais ou patrocinadores.
As edições dos Jogos Olímpicos de Inverno não colocam o Brasil como um país favorito a liderar o quadro de medalhas. A delegação brasileira costuma ser reduzida em comparação a potências dos jogos no gelo, mesmo com uma certa tradição e presença nos jogos.
Entretanto, a edição de 2026 já pode ser considerada a de maior sucesso para o Brasil, mesmo ainda sem o encerramento das competições, Lucas Pinheiro Braathen foi o responsável por colocar a bandeira brasileira no lugar mais alto do pódio pela primeira vez na história.
Leia também: Jogos Olímpicos de Inverno 2026 viram vitrine bilionária da Itália e do luxo global
O norueguês, naturalizado brasileiro, conquistou a inédita medalha de ouro ao vencer na categoria slalom gigante, modalidade em que o atleta realiza uma descida em alta velocidade.
Lucas ainda teve a chance de levar mais uma medalha para o Brasil, na modalidade slalom, preferida por Braathen e a que o colocava como um dos favoritos ao pódio dentre os competidores. Entretanto, durante a descida classificatória para a segunda bateria, um escorregão deixou longe a possibilidade de uma nova medalha.
Mesmo assim, a única medalha conquistada pelo Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno já representa e coloca o país em um destaque pouco esperado. Vale lembrar que, mesmo com a única conquista, os atletas brasileiros também bateram marcas pessoais e alcançaram posições inéditas para o país em outras modalidades.
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