Quem é Augusto Ferreira Lima, o controlador por trás do Banco Pleno
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O Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno. Controlado por Augusto Lima, o banqueiro era sócio de Daniel Vorcaro, no Banco Master, até maio de 2024.
Fim do Banco Pleno
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O BC optou pela liquidação devido à constatação do estado crítico do Banco Pleno – antigo Banco Voiter –, que enfrentava falta de liquidez, além de violar regras e determinações do órgão regulador. Mas, afinal, quem é Augusto Lima?
Motivo da liquidação
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Augusto Ferreira Lima era sócio do Banco Master até 2024. Quando adquiriu o Voiter, alterou o nome para Banco Pleno e deveria instaurar uma reestruturação na instituição. Em 2025, ele foi preso pela Operação Compliance Zero.
Em rearranjo societário, em 2024, o Banco Voiter e a operação do Credcesta ficaram com Augusto Lima. O controle do Voiter foi transferido em julho de 2025, quando virou Banco Pleno, antes do início da Operação Compliance Zero.
Antes de ser Pleno
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Naquela época, a venda foi autorizada pelo BC com o intuito de emplacar um plano contra a crise de liquidez. Isso porque o patrimônio de Augusto Lima, estimado em R$ 1 bilhão, poderia servir de pagamento para parte das obrigações do banco.
Compra do Voiter
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Lima se tornou conhecido no setor financeiro devido ao CredCesta, cartão consignado para servidores públicos. O produto foi um dos pilares do Banco Master.
Ascensão
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O Credcesta está associado à privatização da Ebal, uma estatal que controlava a rede “Cesta do Povo” e operava o cartão. Augusto Lima adquiriu os direitos de exploração até eles ficarem concentrados em empresas sob sua controladoria.
Credcesta
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Além de sócio, Lima foi responsável pelo aumento de 70% do volume de clientes do Banco Master entre 2023 e 2024, chegando a 5 milhões de clientes ativos no período, disponível em 24 estados e atendendo 176 municípios.