Olimpíadas de Inverno 2026: quem paga mais aos medalhistas de ouro?

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A edição de 2026 dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina seguem acontecendo e colecionando momentos históricos. Os jogos no gelo deste ano elevaram a expectativa com novas modalidades e maior inclusão feminina.

Momentos históricos

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Mesmo que o Comitê Olímpico Internacional não distribua recompensas em dinheiro aos atletas, diversos países e comitês olímpicos nacionais disponibilizam incentivos financeiros como forma de reconhecimento.

Sem recompensas

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Itália (US$ 71.000); Coreia do Sul (US$ 70.000); Espanha (US$ 36.000); França (US$ 24.000); Brasil (US$ 27.000); Japão (US$ 7.000) e Estados Unidos (US$ 15.000).

Compensação financeira - 

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Bronze 

Itália (US$ 107.000); Coreia do Sul (US$ 139.000); Espanha (US$ 57.000); França (US$ 48.000); Brasil (US$ 40.000); Japão (US$ 13.000) e Estados Unidos (US$ 23.000).

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Compensação financeira - 

Prata

Itália (US$ 214.000); Coreia do Sul (US$ 208.000); Espanha (US$ 111.000); França (US$ 95.000); Brasil (US$ 67.000); Japão (US$ 33.000) e Estados Unidos (US$ 38.000).

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Compensação financeira - 

Ouro

Singapura é o país mais generoso em quesito de pagamento por medalha. Ganhando ouro o atleta recebe US$ 792.000, Prata - US$ 395.000 e Bronze - US$ 197.000.

Grande diferença

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A Noruega, apesar de ser a maior vencedora da história dos Jogos de Inverno, não paga bônus. Reino Unido e China também não oferece recompensas por medalhas.

Países que não pagam bônus 

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por medalhas

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