Reino Unido discute restringir redes sociais para crianças e adolescentes

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O Parlamento britânico afirmou estar aberto a discutir a proibição do uso de redes sociais por jovens. A mudança ocorre da preocupação com o tempo excessivo que crianças e adolescentes passam conectados.

Jovens x Redes sociais

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Em reunião com deputados trabalhistas, o primeiro-ministro Keir Starmer disse que acompanha com atenção a experiência da Austrália, que adotou restrições mais duras ao acesso de jovens às redes sociais.

Primeiro-ministro britânico

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O caso australiano passou a funcionar como referência: as regras que limitam o acesso de menores a plataformas consideradas altamente viciantes. O movimento ampliou a pressão política em Londres por uma resposta semelhante.

Modelo australiano

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Starmer afirmou que existem diferentes formas de implementar restrições e que o Reino Unido estuda quais mecanismos são mais eficazes. A expectativa é que uma decisão seja tomada nos próximos meses.

Estratégias em estudo

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Além das redes sociais, o primeiro-ministro abordou o uso de celulares no ambiente escolar. Para ele, há um consenso crescente de que os aparelhos não deveriam fazer parte da rotina em sala de aula.

Celulares nas escolas

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O debate deixou de ser exclusivo do Partido Trabalhista, apoiadores como Kemi Badenoch, Andy Burnham, Nigel Farage e Ed Davey disseram que acompanham o experimento australiano e veem nele um possível caminho para o Reino Unido.

Apoio

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O governo já havia resistido a um projeto apresentado pelo deputado trabalhista Josh MacAlister, que previa limitar o uso de algoritmos para adolescentes e impor salvaguardas a celulares vendidos para menores. À época, a proposta não avançou.

Projetos anteriores

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O secretário de Saúde, Wes Streeting, citou preocupações que vão do cyberbullying a transtornos alimentares, passando por riscos de aliciamento, radicalização e envolvimento com o crime organizado.

Saúde mental

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