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Multidões protestam contra Trump e conflito no Irã em mobilização que ultrapassa os EUA
Publicado 29/03/2026 • 10:40 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 29/03/2026 • 10:40 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Etienne Laurent / AFP
Milhares de pessoas foram às ruas neste sábado (28) em diferentes cidades dos Estados Unidos e também na Europa, em manifestações direcionadas ao presidente Donald Trump e à guerra no Irã, organizadas sob o lema “No Kings”. O maior ato ocorreu em St. Paul, Minnesota, onde manifestantes ocuparam a região do Capitólio estadual, enquanto organizadores estimavam milhões de participantes em mais de 3.100 eventos distribuídos pelos 50 Estados.
Os protestos concentraram críticas à condução da guerra no Oriente Médio, além de questionamentos sobre política de imigração e direitos civis. Em Washington, manifestantes marcharam pelo National Mall com cartazes e palavras de ordem contra o governo. Em Minnesota, o cantor Bruce Springsteen participou do ato e fez críticas contundentes: “Sua força e seu comprometimento nos disseram que esta ainda é a América. E este pesadelo reacionário não vai prevalecer”.
As mobilizações ocorreram em diferentes contextos regionais, atingindo desde grandes centros como Nova York até cidades menores em Estados de perfil mais conservador. Em San Diego, a polícia estimou a presença de cerca de 40 mil pessoas.
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Os atos também ultrapassaram as fronteiras dos EUA, com registros em cidades como Londres, Roma e Paris, além de mobilizações em países da América Latina e na Austrália, ampliando o alcance internacional dos protestos.
A Casa Branca reagiu minimizando a dimensão das manifestações. Em nota, a porta-voz Abigail Jackson afirmou que os atos refletem grupos de esquerda com pouco apoio popular.
De acordo com os organizadores, mobilizações anteriores já haviam reunido milhões de pessoas ao longo do ano, indicando uma expansão contínua do movimento de oposição ao governo.
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