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Conflito no Oriente Médio

Oracle tem sede em Dubai atingida por destroços de interceptação aérea iraniana

Publicado 04/04/2026 • 09:03 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Oracle tem fachada do escritório em Dubai danificada por destroços de interceptação aérea em meio a escalada de tensões no Oriente Médio.
  • Guarda Revolucionária do Irã ameaça 18 empresas americanas de tecnologia, incluindo Nvidia, Apple, Microsoft e Google na região.
  • Irã já atacou data centers da Amazon Web Services no Oriente Médio em março, causando interrupções em aplicativos e serviços digitais nos Emirados.

Divulgação/Oracle

Oracle

O escritório da Oracle em Dubai foi atingido por destroços resultantes de uma interceptação aérea, informou o Gabinete de Mídia de Dubai neste domingo. Nenhuma pessoa ficou ferida.

“As autoridades confirmam que responderam a um incidente de menor proporção causado por destroços de uma interceptação aérea que caíram sobre a fachada do edifício da Oracle no Dubai Internet City”, informou o Gabinete de Mídia de Dubai em publicação na rede social X.

O correspondente da CNBC em Dubai relatou ter ouvido múltiplas interceptações durante a noite. A Oracle não respondeu aos pedidos de comentário.

Leia também: Lucro da Oracle cresce para US$ 3,72 bilhões no 3º trimestre fiscal de 2026

Ameaças do Irã

A Guarda Revolucionária iraniana listou 18 empresas de tecnologia americanas com operações no Oriente Médio como “alvos legítimos”, em retaliação a ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Na lista figuram Nvidia, Apple, Microsoft, Google, Cisco, HP, Intel, IBM, Dell, Palantir, JPMorgan, Tesla, GE, Spire Solutions, Boeing e a empresa de inteligência artificial dos Emirados G42.

“A partir de agora, para cada assassinato, uma empresa americana será destruída”, afirmou a Guarda em canal no Telegram ligado à organização.

Padrão de ataques

O Irã já havia atacado data centers da Amazon Web Services no Oriente Médio no início de março, provocando interrupções em aplicativos e serviços digitais nos Emirados Árabes Unidos.

Para James Henderson, diretor-executivo da empresa de gestão de riscos Healix, a escalada de ameaças contra companhias de tecnologia representa um movimento sustentado, não episódico.

“Ativos de tecnologia são agora tratados como parte do conflito, não como periféricos a ele”, disse Henderson à CNBC. “Isso também sinaliza que crises futuras podem ter como alvo data centers e plataformas de nuvem tanto quanto locais estratégicos tradicionais”, acrescentou.

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