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Mobilidade contribui para conscientização do uso dos espaços, diz CEO da GoodStorage
Publicado 24/02/2025 • 14:29 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 24/02/2025 • 14:29 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Em expansão pelo Brasil, o setor de self storage visa acompanhar as transformações de estilo de vida da população e as dinâmicas do mercado imobiliário. Dados da última pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Self Storage (ASBRASS) referente ao 3º trimestre de 2024 mostram que o número de boxes disponíveis no Brasil cresceu 13% em relação a 2023, atingindo 219.535 unidades, enquanto o total de operações subiu de 561 para 587 – em 108 cidades do país.
Uma das empresas que se propõe revolucionar o mercado de armazenagem urbana em São Paulo é a GoodStorage. Fundada em 2013, atente pessoas físicas ou empresas e indústrias de vários segmentos, operando mais de 65 unidades de self storage e galpões urbanos.
“É um movimento das cidades, cada vez mais denso. Pessoas morando em apartamento cada vez menores, e as temáticas de logística urbana cada vez mais importantes. A mobilidade tanto de pessoas quanto de mercadorias nos centros urbanos vem contribuindo para uma maior conscientização do uso dos espaços para armazenagem temporária”, disse Thiago Cordeiro, CEO e fundador da GoodStorage em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Além da diversificação do público e da ampliação da oferta, a valorização da segurança e da tecnologia tem sido um fator decisivo para a consolidação do setor. Neste sentido, apesar da digitalização cada vez mais crescente dos negócios, Cordeiro acredita que isso não impacta os negócios da companhia.
“A modernidade da digitalização não tem esse impacto no setor. A gente abraça a modernidade. O uso principal de fato é para que as pessoas possam ter uma vida mais organizada e ter um espaço adicional para guardar tudo aquilo que lhe é de dia a dia, muito mais do que uma questão de arquivo físico”, acrescentou.
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