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Petróleo fecha em alta pelo segundo dia com escalada da guerra entre Rússia e Ucrânia
Publicado 03/06/2025 • 19:27 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 03/06/2025 • 19:27 | Atualizado há 8 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros de petróleo subiram nesta terça-feira (3) com os investidores reagindo à nova escalada na guerra entre Rússia e Ucrânia. O fator reacendeu temores sobre o fornecimento global de energia. É a segunda sessão consecutiva de alta para a commodity.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho avançou 1,42% (US$ 0,89), encerrando a sessão cotado a US$ 63,41 por barril. Já o Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), subiu 1,55% (US$ 1,00), a US$ 65,63 por barril.
Na segunda-feira (2), os preços já haviam disparado após a Ucrânia lançar ataques com drones contra bases aéreas militares dentro do território russo, danificando parte da frota de bombardeiros de Moscou. A guerra, que já se estende por 40 meses, dá poucos sinais de trégua, com a Rússia intensificando os ataques com mísseis e drones nas últimas semanas.
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Segundo analistas da ANZ Research, os ataques ucranianos dificultam avanços nas negociações por um cessar-fogo e elevam os riscos ao fornecimento global, impulsionando o apetite dos investidores por petróleo.
O mercado também ignorou, por ora, a sinalização da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de que pretende aumentar a produção em 411 mil barris por dia em julho. Parte dos analistas esperava um incremento ainda maior, à medida que o cartel desmonta gradualmente os cortes adotados nos últimos meses para sustentar os preços. Apesar da decisão, algumas vozes dentro do próprio grupo, incluindo a Rússia, demonstraram resistência ao ritmo de expansão da oferta, o que, segundo a ANZ, reduz a probabilidade de novos aumentos de produção no segundo semestre.
No cenário internacional, reportagem da Reuters apontou que a demanda da China tem compensado a queda nas exportações de petróleo da Venezuela para os EUA. Além disso, o Irã deve rejeitar a proposta dos Estados Unidos para um acordo nuclear, negociação considerada fundamental para o alívio de sanções sobre o país, um dos principais produtores globais.
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