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BRB quer atuar como assistente de acusação no caso Master

Publicado 29/11/2025 • 08:49 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Operação Compliance Zero investiga carteiras de crédito falsas vendidas ao BRB pelo Banco Master.
  • Novo presidente do BRB assume após investigação e afastamento da antiga gestão ligada ao caso Master.
Fachada do BRB

Reprodução/Agência Brasília

Fachada do BRB

O BRB decidiu solicitar à Justiça Federal de Brasília autorização para ingressar como assistente de acusação na ação que investiga o Banco Master. A deliberação ocorreu na sexta-feira (28) durante reunião do Conselho de Administração da instituição.

Segundo a investigação, o Master teria vendido ao banco público carteiras de crédito falsas que somavam R$ 12,2 bilhões. Em março, o BRB chegou a anunciar a intenção de comprar o Master, operação que, segundo a Polícia Federal, seria usada para ocultar fraudes identificadas na Operação Compliance Zero.

A apuração também encontrou falhas internas. A PF apontou omissões na governança do BRB e afirmou que a instituição ignorou inconsistências nas carteiras que comprava, permitindo a circulação de recursos para evitar o colapso do Master.

Em nota enviada à imprensa, o BRB afirmou que as carteiras foram liquidadas ou trocadas e que não há exposição financeira remanescente.

Nova direção no BRB

O BRB confirmou que Nelson Antônio de Souza tomou posse na quinta-feira (27) como presidente da instituição. Ele também assumirá, de forma cumulativa, a diretoria executiva de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores. A nomeação foi aprovada pelo Banco Central na véspera.

Souza substitui Paulo Henrique Costa, afastado após a deflagração da operação da PF em 18 de novembro. Costa conduziu as negociações para a tentativa de compra de parte do Master, anunciada em 28 de março e hoje alvo do inquérito.

Soltura de Daniel Vorcaro

Na sexta-feira, a desembargadora Solange Salgado, do TRF-1, revogou a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Master, e de outros quatro investigados. Entre eles estão diretores e funcionários da instituição.

Vorcaro havia sido preso no Aeroporto de Guarulhos no dia 17, quando embarcaria para Dubai. Ele foi detido no raio-x momentos antes do voo. No dia seguinte à prisão, o Banco Central decretou a liquidação do Master.

Ao reconsiderar a ordem de prisão, a magistrada afirmou que os delitos atribuídos ao réu não envolvem violência e impôs medidas cautelares, como retenção de passaporte e monitoração eletrônica.

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