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Britney Spears vende catálogo por até US$ 200 milhões e reforça nova era da música como ativo financeiro

Publicado 12/02/2026 • 10:28 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Britney Spears vendeu seu catálogo musical à Primary Wave por valor estimado na casa das centenas de milhões de dólares.
  • A negociação envolve royalties e direitos editoriais, mas não deve incluir direitos de imagem (NIL).
  • O movimento segue tendência global de artistas transformando catálogos em ativos financeiros estratégicos.
Britney Spears posando em um evento

Heute.at

A cantora Britney Spears vendeu seu catálogo musical e outros direitos relacionados à exploração econômica de suas obras para a editora independente Primary Wave. O valor exato da transação não foi oficialmente divulgado, mas estimativas apontam que o acordo pode ter sido fechado na casa das centenas de milhões de dólares, possivelmente próximo de US$ 200 milhões.

Representantes da artista e da empresa não comentaram os detalhes do negócio, que teria sido formalizado no fim de dezembro.

O que foi vendido de Britney Spears

Embora os termos estejam protegidos por acordos de confidencialidade, fontes do mercado indicam que o pacote inclui:

  • Royalties de artista
  • Direitos editoriais das composições
  • Participação na exploração comercial das músicas em streaming, rádio, cinema, publicidade e outras mídias

A Sony Music segue como detentora e controladora das gravações master do catálogo de Spears, o que sugere que o acordo envolva principalmente participações em royalties e direitos autorais.

É considerado improvável que direitos de nome e imagem tenham sido incluídos na operação.

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Um catálogo valioso

Com mais de 150 milhões de discos vendidos e sucessos como “…Baby One More Time”, “Oops!… I Did It Again”, “Toxic” e “Gimme More”, Spears construiu um dos catálogos mais reconhecidos do pop mundial desde o final dos anos 1990.

Ela também possui créditos como compositora em quase 40 músicas, incluindo a balada “Everytime” e faixas como “Work Bitch!” e “Me Against the Music”.

Seu último álbum de estúdio foi “Glory”, lançado em 2016. Desde então, ela não voltou a se apresentar regularmente. Em 2021, foi encerrada a tutela judicial que controlou sua vida financeira e pessoal por 13 anos.

Biografia, cinema e novas possibilidades para Britney Spears

O catálogo pode ganhar ainda mais valor com projetos futuros. A autobiografia da cantora, “The Woman in Me”, teve os direitos adquiridos pela Universal Pictures em 2024 para adaptação cinematográfica.

Além disso, o musical jukebox “Once Upon a One More Time”, baseado em seus hits, estreou na Broadway em 2023.

A venda amplia as possibilidades de sincronização e licenciamento estratégico das músicas em produções audiovisuais, uma das principais fontes de valorização desses ativos.

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Tendência global bilionária

O movimento de Spears não é isolado. Nos últimos anos, artistas transformaram seus catálogos em ativos financeiros altamente valorizados:

  • Bruce Springsteen vendeu seu catálogo por cerca de US$ 500 milhões em 2021.
  • Justin Bieber fechou acordo estimado em US$ 200 milhões em 2023.
  • Nomes como Shakira e Justin Timberlake também aderiram à estratégia.

Empresas como a Primary Wave têm ampliado seu portfólio com catálogos de artistas históricos como Prince e Whitney Houston, consolidando a música como classe de ativo estável e previsível.

Por que isso importa para o mercado
Em um cenário de juros mais altos e busca por receitas recorrentes, catálogos musicais tornaram-se ativos comparáveis a imóveis comerciais ou fundos de infraestrutura. Geram fluxo constante via streaming, licenciamento e sincronização. Para artistas, a venda significa liquidez imediata. Para investidores, previsibilidade de receita.

No caso de Britney Spears, o acordo simboliza mais do que uma transação financeira: marca a consolidação de um legado pop em formato de ativo global negociável — uma tendência que redefine o modelo de negócios da indústria musical.

(*com informações da Varity)

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