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DECISÃO 2026: Nunes Marques libera ‘Exército do Lula’ após campanha registrar canal no TSE
Publicado 13/10/2026 • 16:08 | Atualizado há 33 minutos
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Publicado 13/10/2026 • 16:08 | Atualizado há 33 minutos
KEY POINTS
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, liberou o funcionamento do canal “Exército do Lula” nesta terça-feira (13), depois que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou oficialmente o endereço na Justiça Eleitoral.
Criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal no WhatsApp ultrapassou a marca de 4 milhões de seguidores durante o segundo turno da eleição presidencial.
Na decisão desta terça-feira, antes da regularização, Nunes Marques havia condicionado a retomada das publicações e a entrada de novos seguidores à comunicação formal do canal à Justiça Eleitoral.
O presidente do TSE entendeu que havia uma ligação direta entre o canal administrado por Janones e a campanha presidencial de Lula, o que, na avaliação dele, tornava obrigatório o registro.
Leia também: DECISÃO 2026: após determinação de Nunes Marques, campanha registra canal de WhatsApp ‘Exército de Lula’ no TSE
Nunes Marques havia apontado “traços incontroversos” de atuação coordenada entre Janones e a campanha e afirmou que eventual uso irregular do canal poderia gerar responsabilização não apenas de seus administradores, mas também da coligação e dos candidatos responsáveis pelo registro.
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Siga o Times | CNBCA discussão sobre o “Exército do Lula” também passou pela área técnica do TSE. Um relatório considerado por Nunes Marques apontou que mensagens publicadas entre 25 e 29 de setembro haviam sido posteriormente apagadas ou editadas, criando uma lacuna para a análise do conteúdo que circulou naquele período.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que levou o caso ao TSE, afirmou ter identificado 499 mensagens removidas e sustentou que entre elas estavam conteúdos que já haviam sido alvo de ordens de retirada pela Justiça Eleitoral.
Em uma análise posterior, no entanto, técnicos do TSE informaram que não localizaram, entre as publicações disponíveis no canal entre 2 e 11 de outubro, reproduções de afirmações falsas que já haviam sido examinadas nos processos em andamento.
Nunes Marques afirmou que esse levantamento não permitia concluir que conteúdos considerados falsos jamais tivessem circulado no canal, justamente em razão das mensagens apagadas ou editadas.
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