Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Decisão da ANP evita redução de imposto sobre megacampo do pré-sal; entenda
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 8 meses
Ações de Nvidia, Oracle, CoreWeave e outras empresas de IA despencam após dados sobre receita da OpenAI
Receita da TSMC sobe 54,6% em setembro com demanda por chips de IA
Brent supera US$ 105 e petróleo sobe com tensão no Oriente Médio e temor de escalada na oferta
Rendimentos dos Treasuries sobem após Waller, do Fed, dizer que mais altas de juros são necessárias
Trump diz que não quer acordo com o Irã enquanto EUA se preparam para ‘bombardeio em massa’, segundo relatos
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Divulgação/Petrobras
Setores do pré-sal foram liberados para integrar leilão
Uma decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pode evitar a redução da carga tributária sobre um dos maiores projetos do pré-sal brasileiro. Em reunião realizada nesta segunda-feira (26), a diretoria da agência manteve, por unanimidade, o campo de Raia, na bacia de Campos, classificado como um único campo de petróleo e gás. A medida abre caminho para a cobrança de Participação Especial, tributo que pode chegar a até 40% da receita líquida trimestral.
A manutenção do enquadramento rejeita um recurso apresentado pela Equinor, operadora do projeto, que defendia a divisão da área em dois campos distintos: Raia Manta e Raia Pintada. A separação permitiria diluir volumes de produção e reduzir o impacto tributário.
Com a decisão, a petroleira norueguesa precisou reapresentar um plano de desenvolvimento unificado, em conformidade com as exigências regulatórias. O novo plano também foi aprovado pela diretoria da ANP na mesma reunião.
Leia mais:
ANP aprova inclusão de 17 blocos na Oferta Permanente de Partilha
Investimentos em exploração podem chegar a US$ 1,2 bilhão até 2033
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCRelator do processo, o diretor Pietro Mendes afirmou que os reservatórios pertencem ao mesmo bloco exploratório (BM-C-33), compartilham uma única unidade de produção e integram um projeto único de desenvolvimento. Segundo ele, os elementos técnicos não sustentam a separação em campos distintos.
A Participação Especial é um tributo cobrado apenas sobre campos de grande volume de produção e incide sobre a receita líquida trimestral, com alíquotas progressivas que podem alcançar 40%.
O campo de Raia é operado pela Equinor, que detém 35% de participação, em parceria com a Repsol Sinopec Brasil (35%) e a Petrobras (30%). O início da produção está previsto para o primeiro semestre de 2028. As reservas recuperáveis são estimadas em cerca de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).
O projeto prevê a instalação de uma plataforma do tipo FPSO, com capacidade para produzir até 126 mil barris por dia, além de um gasoduto capaz de escoar aproximadamente 16 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Caiado anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial
2
CEO da Nokia afirma que data centers seriam construídos “duas vezes mais rápido” sem restrições de fornecimento
3
Microsoft garante exclusividade de streaming de GTA 6 no lançamento pelo Xbox Cloud Gaming
4
Casas Bahia corta estoque em 40% e reduz quadro em 4,6 mil pessoas
5
Caso Master: advogado de Vorcaro enviou endereço residencial de Gonet ao banqueiro e elogiou jantar na casa do PGR