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Doutor Inovação: China investe em saúde e mira o Brasil como parceiro estratégico
Publicado 13/10/2025 • 18:01 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/10/2025 • 18:01 | Atualizado há 2 meses
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De volta de uma missão empresarial à China, o médico cirurgião e fundador da Horuss AI Pedro Batista afirmou que o país asiático está muito além da antiga imagem de “fábrica do mundo”, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Segundo ele, o setor de saúde chinês já opera em níveis que impressionaram até os executivos mais experientes: “A viagem foi no mínimo fantástica. Mais de 20 executivos das principais health techs brasileiras estiveram presentes e a China surpreendeu a todos, não só com o nível de desenvolvimento, mas também com as possibilidades para o mercado brasileiro, que podem se ampliar muito nos próximos anos”.
O médico destacou que a China tem interesse real em parcerias estratégicas com o Brasil, principalmente no contexto de tensões comerciais com os Estados Unidos: “Hoje somos o terceiro maior parceiro comercial da China, e com a nova taxação americana, o foco pode se voltar ainda mais para o Brasil. Existe uma janela de oportunidade para que o Brasil se torne o segundo maior parceiro comercial da China, atrás apenas da Rússia, especialmente em setores como saúde e tecnologia médica”.
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Um dos pontos centrais é o plano Health China 2030, uma política de Estado que está revolucionando a saúde pública chinesa e que pode beneficiar diretamente países parceiros. “Esse plano começou em 2010 e visa transformar até 2030 toda a estrutura de saúde da China, dos equipamentos aos modelos assistenciais, com foco total em eficiência, segurança e tecnologia”, afirmou.
A digitalização e o uso de inteligência artificial nos hospitais chineses já são realidade e servem de modelo para o Brasil. Batista disse: “O que a gente viu lá foi impressionante. O paciente chega, escaneia um código no celular e já inicia o atendimento automaticamente, sem burocracia, com segurança total e agilidade. Isso melhora a experiência do paciente e otimiza o trabalho dos profissionais. A proposta não é apenas importar tecnologia chinesa, mas produzir aqui com apoio e investimento deles”
Segundo ele, os acordos bilaterais assinados recentemente já começam a mostrar resultados concretos. “Em maio de 2025, tivemos um grande acordo na indústria farmacêutica, e isso está permitindo que empresas brasileiras acessem insumos farmacêuticos ativos (IFAs) em maior escala e desenvolvam novas formulações com tecnologias chinesas. Com isso, podemos produzir medicamentos de ponta no Brasil, sem depender de patentes internacionais, e nos tornar um elo fundamental entre a China e o mercado ocidental”.
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