CNBC
Instalações da refinaria SAMREF, em Yanbu, na Arábia Saudita.

CNBCChefe da Saudi Aramco diz que recomposição dos estoques globais de petróleo pode levar dois anos

Notícias do Brasil

Mercado vê espaço para alta da bolsa com avanço da direita, afirma economista

Publicado 05/10/2026 • 13:30 | Atualizado há 41 minutos

KEY POINTS

  • Ibovespa pode manter a alta, segundo Rodrigo Marcatti, com novas pesquisas e alianças podendo dar mais fôlego aos ativos.
  • Plano fiscal será decisivo para o mercado avaliar um eventual governo de Flávio Bolsonaro, na visão do economista.
  • Selic pode cair mais, caso os juros futuros recuem, favorecendo ações de empresas varejistas.

A forte alta da bolsa após o primeiro turno das eleições pode se estender nos próximos dias, caso novas pesquisas e alianças políticas reforcem a vantagem de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. A avaliação é de Rodrigo Marcatti, economista da Veedha Investimentos, em entrevista ao Real Time, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

O Ibovespa ultrapassou os 200 mil pontos durante o pregão, enquanto o dólar voltou a ficar abaixo de R$ 5. Para Marcatti, a reação reflete não apenas o resultado presidencial, mas também o avanço da direita no Congresso e a eleição de governadores alinhados a Flávio Bolsonaro.

Segundo o economista, ainda há espaço para valorização dos ativos, especialmente porque a participação de pessoas físicas na bolsa está em níveis historicamente baixos. Novas pesquisas e a definição de apoios para o segundo turno também podem dar sustentação ao movimento.

“Pode ser que a gente veja até ao longo dos próximos dias, conforme forem saindo novas pesquisas, conforme forem saindo os apoios, […] mais fôlego para a bolsa.”

Ajuste fiscal no radar

Para Marcatti, o principal fator a ser acompanhado até o segundo turno será o plano de governo, especialmente na área fiscal. Na avaliação do economista, o mercado espera que um eventual governo de Flávio Bolsonaro apresente medidas capazes de reduzir a trajetória da dívida pública e abrir espaço para uma queda dos juros futuros.

O primeiro ano de um eventual mandato seria, segundo ele, o momento mais adequado para implementar medidas fiscais, como redução de despesas e reformas administrativas. A maioria da direita no Congresso poderia facilitar a aprovação dessas propostas.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Leia também: Recorde histórico: Ibovespa supera 200 mil pontos após resultado do primeiro turno

Juros e dólar

Marcatti considera difícil afirmar que a valorização do real seja sustentável, diante das condições internacionais. Para ele, o comportamento dos juros futuros será mais importante para determinar os próximos movimentos do mercado.

O economista considera cada vez mais provável um corte de 0,25 ponto percentual na Selic ainda em 2026, levando a taxa para 13,50% ao ano. Se os juros futuros recuarem para a faixa de 12% a 12,5%, ele vê possibilidade de um corte adicional.

A queda dos juros também tende a favorecer empresas varejistas, ao reduzir custos de financiamento e aliviar o orçamento das famílias.

Para Marcatti, a possibilidade de um eventual governo Flávio Bolsonaro contar com maioria no Congresso também sustenta a reação positiva do mercado, ao facilitar a aprovação de reformas econômicas.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Notícias do Brasil