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Tarifa de 10% foi um alívio para a indústria de calçados, diz especialista
Publicado 04/04/2025 • 18:45 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 04/04/2025 • 18:45 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
A recente imposição de uma tarifa de 10% pelos Estados Unidos sobre importações brasileiras foi recebida com alívio moderado pela indústria de calçados, disse Haroldo Ferreira, presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Foi um impacto menor do que poderia ser, já que se temia uma taxação de até 25%”, disse o diretor. o cenário abre uma janela de oportunidade para o setor, já que os principais concorrentes asiáticos, como China e Vietnã, sofreram aumentos tarifários ainda maiores. “Para o Brasil será em média 27%, com o acréscimo de 10 pontos à tarifa atual. Para a China será 51%, e para o Vietnã 63%”.
Apesar do possível benefício, há preocupação com a redireção da produção asiática excedente para outros mercados, inclusive o Brasil. Haroldo alertou para o risco de dumping, principalmente do Vietnã e Indonésia, que “já têm essa prática diagnosticada em relação ao Brasil” e ainda não são alvos de medidas antidumping.
De acordo com Haroldo, a Abicalçados articula com o governo federal ações para proteger o mercado interno, enquanto aposta na maior feira do setor, a BF Show, como vitrine para atrair mais compradores dos EUA. “Temos uma expectativa positiva de aumento nas exportações com a visitação americana à feira”.
Ele reforçou que o ideal seria a eliminação das tarifas, mas ressaltou que o setor está preparado para lidar com o novo cenário. “Se não for possível reverter, temos que trabalhar para transformar isso em vantagem competitiva para o Brasil”.
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