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Disparada das ações do Itaú em Nova York após resultado do primeiro turno das eleições é destaque na CNBC
Publicado 05/10/2026 • 09:26 | Atualizado há 7 minutos
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Publicado 05/10/2026 • 09:26 | Atualizado há 7 minutos
KEY POINTS
As ações do Itaú Unibanco negociadas nos Estados Unidos disparavam cerca de 12% no pré-mercado desta segunda-feira (5), na primeira reação dos investidores ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil.
O movimento ocorre após Flávio Bolsonaro (PL) superar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por cerca de 2 pontos percentuais na votação de domingo (4).
Os papéis brasileiros registravam forte valorização antes da abertura de Wall Street. Além do Itaú, os ADRs do Bradesco avançavam mais de 13%, enquanto o iShares MSCI Brazil ETF (EWZ), fundo negociado nos EUA que acompanha ações brasileiras, subia cerca de 13%.
A valorização ocorre após uma eleição que levou Lula e Flávio Bolsonaro ao segundo turno e intensificou a atenção dos investidores sobre os rumos da política econômica a partir de 2027.
O movimento desta segunda-feira não ficou restrito às ações dos bancos. A CNBC Internacional relacionou a valorização dos ativos brasileiros negociados no exterior ao resultado do primeiro turno das eleições.
A reação começou antes mesmo da abertura da B3 e também apareceu em fundos que acompanham o mercado acionário brasileiro no exterior.
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Siga o Times | CNBCSegundo reportagem do Valor Econômico, o Next Funds Ibovespa Linked, ETF de ações brasileiras negociado em Tóquio, subiu 12,32%. Naquele momento, o EWZ avançava 11,42% em Nova York.
Estrategistas do Deutsche Bank estimam uma queda de cerca de 1 ponto percentual nos juros futuros à medida que o chamado prêmio eleitoral se reduza. O banco mantém preferência por posições aplicadas na ponta curta da curva.
O J.P. Morgan, também citado na reportagem, projeta que o dólar possa testar o nível de R$ 5,00 e espera um movimento de “bull flattening” na curva de juros, quando as taxas mais longas caem mais do que as de curto prazo.
O banco considera atraentes posições aplicadas no DI para janeiro de 2037, com alvo de 13%.
Os papéis do Itaú negociados em Nova York são ADRs, sigla para American Depositary Receipts. Esses recibos representam ações de empresas estrangeiras e permitem que seus papéis sejam negociados no mercado americano.
Como o pré-mercado dos Estados Unidos começa antes da abertura da B3, a movimentação dos ADRs ajuda a indicar como investidores internacionais estão reagindo a acontecimentos no Brasil antes do início do pregão local.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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