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Bancos americanos divulgam balanços: JPMorgan decepciona, enquanto Citi e Goldman Sachs superam expectativas

Publicado 13/10/2026 • 10:10 | Atualizado há 47 minutos

KEY POINTS

  • Quatro dos maiores bancos dos Estados Unidos divulgaram seus resultados do terceiro trimestre antes da abertura do mercado nesta terça-feira: JPMorgan Chase, Wells Fargo, Goldman Sachs e Citigroup.
  • O trimestre foi marcado por notícias relacionadas à inteligência artificial, incertezas sobre ofertas públicas iniciais de ações (IPOs), preços elevados dos combustíveis e aumento dos custos de empréstimos.
  • Executivos dos quatro bancos que divulgaram resultados nesta terça-feira abordarão esses e outros temas durante teleconferências com analistas, entre 8h30 e 11h, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

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Jamie Dimon, CEO do JPMorgan

Quatro dos maiores bancos dos Estados Unidos divulgaram seus resultados do terceiro trimestre antes da abertura do mercado nesta terça-feira: JPMorgan Chase, Wells Fargo, Goldman Sachs e Citigroup.

Bank of America e Morgan Stanley apresentarão seus balanços na quarta-feira.

O trimestre foi marcado por notícias relacionadas à inteligência artificial, incertezas sobre ofertas públicas iniciais de ações (IPOs), preços elevados dos combustíveis e aumento dos custos de empréstimos.

Executivos dos quatro bancos que divulgaram resultados nesta terça-feira abordarão esses e outros temas durante teleconferências com analistas, entre 8h30 e 11h, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

Citigroup registra maior receita para um terceiro trimestre em uma década

O Citigroup informou na manhã desta terça-feira que registrou sua maior receita para um terceiro trimestre em dez anos. A presidente-executiva do banco, Jane Fraser, atribuiu o resultado à “disciplina contínua e à execução consistente de nossa estratégia”.

“Esperamos superar a meta de retorno deste ano, mesmo antecipando investimentos para alcançar nosso objetivo de curto prazo, de 11% a 13% — os próximos marcos em nossa trajetória rumo a retornos sustentáveis de 14% a 15%”, afirmou Fraser em comunicado.

Citigroup divulga resultados; veja os números

Confira os resultados apresentados pelo Citigroup em comparação com as expectativas dos analistas, segundo a LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 2,85, ante expectativa de US$ 2,66.
  • Receita: US$ 23,85 bilhões, ante expectativa de US$ 23,72 bilhões.

Goldman Sachs supera estimativas de receita com força nas negociações de ações

O Goldman Sachs superou com folga as expectativas de receita para o terceiro trimestre, impulsionado principalmente pelo forte desempenho nas negociações de ações, com contribuições do banco de investimento e das áreas de gestão de ativos e patrimônio.

A receita líquida de US$ 18,68 bilhões ficou quase US$ 2 bilhões acima da estimativa da LSEG.

A receita com negociações de ações avançou 72% em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 6,44 bilhões, superando as estimativas em cerca de US$ 1,42 bilhão.

As receitas com tarifas de banco de investimento cresceram 21%, para US$ 3,22 bilhões, ficando US$ 384 milhões acima das estimativas. Já a receita de gestão de ativos e patrimônio aumentou 14%, para US$ 5,05 bilhões, cerca de US$ 450 milhões acima do esperado.

As operações com títulos de renda fixa foram um ponto relativamente fraco. A receita recuou cerca de 1% em relação ao ano anterior, para US$ 3,47 bilhões, ficando US$ 239 milhões abaixo das expectativas.

JPMorgan eleva projeção de receita líquida de juros

O JPMorgan elevou sua projeção de receita líquida de juros para US$ 106,2 bilhões em 2026, ante a estimativa anterior de US$ 105,5 bilhões, divulgada no segundo trimestre. O indicador mede a receita obtida pelos bancos com juros sobre empréstimos e outros ativos, descontados os juros pagos para captar recursos.

A projeção para a receita líquida de juros excluindo as operações de mercado também subiu, de US$ 96,5 bilhões para US$ 97,2 bilhões.

O banco, porém, elevou a previsão de despesas para US$ 108,6 bilhões, ante a estimativa anterior de US$ 107,5 bilhões para o ano.

Goldman Sachs divulga balanço; veja os números

Confira os resultados apresentados pelo Goldman Sachs em comparação com as expectativas de Wall Street, segundo a LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 17,01, ante expectativa de US$ 13,02.
  • Receita: US$ 18,68 bilhões, ante expectativa de US$ 16,71 bilhões.

Resultado do JPMorgan fica abaixo do esperado com renda fixa mais fraca e aumento das despesas

O resultado do JPMorgan abaixo das expectativas parece refletir receitas menores do que o previsto nas operações com títulos de renda fixa e despesas que cresceram mais rapidamente do que a receita.

A receita com operações de renda fixa foi de US$ 5,4 bilhões, cerca de US$ 550 milhões abaixo da estimativa da StreetAccount.

As despesas totais do banco chegaram a US$ 27,3 bilhões, aproximadamente US$ 90 milhões acima do esperado.

Embora a diferença não seja expressiva, os números mostram que os custos cresceram 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a receita avançou 8%. Essa dinâmica costuma desagradar investidores e analistas.

O crescimento de 8% da receita também representa uma desaceleração significativa em relação à alta de 27% registrada no segundo trimestre, quando as operações com ações e a conclusão de negócios superaram as expectativas.

Por fim, a baixa contábil de US$ 658 milhões antes dos impostos relacionada a títulos reduziu o lucro por ação em US$ 0,18. Ao avaliar o trimestre, ao menos parte dos analistas provavelmente excluirá esse efeito dos cálculos.

Ações do JPMorgan passam a subir

As ações do JPMorgan operavam em alta por volta das 7h20, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos, após caírem inicialmente em reação ao resultado abaixo das expectativas. Os papéis avançavam cerca de 1%.

Jamie Dimon diz que JPMorgan reduziu recompra de ações no trimestre

Investidores costumam recorrer aos comentários escritos de Jamie Dimon, presidente-executivo do JPMorgan Chase, divulgados junto com o balanço.

Dimon deu poucas pistas sobre os motivos pelos quais o banco ficou abaixo das estimativas para o terceiro trimestre e afirmou que a instituição “registrou mais um trimestre de resultados sólidos”.

Há, porém, um sinal de que empresas e investidores institucionais podem ter adotado uma postura mais cautelosa em relação ao risco ao longo do trimestre. Na divisão de Wall Street do banco, Dimon observou que a atividade de negociação e de banco de investimento “moderou um pouco durante o trimestre”.

Outro ponto de destaque foi a redução das recompras de ações. Segundo Dimon, “nossa hierarquia de alocação de capital permaneceu consistente ao longo do tempo, com investimentos no negócio e apoio aos clientes no topo. Em linha com essa hierarquia, reduzimos as recompras de ações neste trimestre”.

Em outras ocasiões, Dimon já classificou as ações da própria empresa como caras.

Ações do Wells Fargo recuam levemente

As ações do Wells Fargo caíam pouco mais de 1% nas negociações antes da abertura do mercado, depois que o banco apresentou receita abaixo das expectativas, mas lucro acima do previsto.

Os papéis acumulam queda de aproximadamente 10% neste ano.

Lucro por ação do JPMorgan fica abaixo das estimativas no terceiro trimestre

Os resultados do JPMorgan representam um raro desempenho abaixo das expectativas para o maior banco dos Estados Unidos em ativos.

A instituição registrou lucro líquido de US$ 15,31 bilhões no terceiro trimestre, equivalente a US$ 5,57 por ação.

Excluindo as perdas líquidas de US$ 658 milhões com títulos, o lucro por ação teria sido de US$ 5,75. Ainda assim, o valor ficaria abaixo da estimativa de US$ 5,90 dos analistas consultados pela LSEG.

Antes da divulgação, o JPMorgan havia superado as estimativas de lucro por ação em 16 dos últimos 20 trimestres, segundo a StreetAccount.

As ações do banco recuavam cerca de 3,5% nas negociações antes da abertura do mercado.

Wells Fargo mantém projeções

O Wells Fargo informou nesta terça-feira que manterá suas projeções para a receita líquida de juros e para as despesas não relacionadas a juros neste ano.

Receita líquida de juros do Wells Fargo fica ligeiramente abaixo das expectativas

Os analistas esperavam que o Wells Fargo registrasse receita líquida de juros de US$ 12,66 bilhões. O banco informou nesta terça-feira um total de US$ 12,52 bilhões.

A instituição também divulgou uma provisão de US$ 1,03 bilhão para perdas com crédito, abaixo dos US$ 1,14 bilhão esperados pela StreetAccount.

Wells Fargo registra crescimento da receita em todas as divisões

O Wells Fargo informou que a receita da divisão de gestão de patrimônio e investimentos cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A receita de serviços bancários e empréstimos para pessoas físicas avançou 5%; a de banco corporativo e de investimento subiu 3%; e a de banco comercial aumentou 6%.

O banco também informou que abriu mais de 660 mil novas contas de cartão de crédito no trimestre.

Wells Fargo afirma que consumidores continuam resilientes

O Wells Fargo informou que, apesar das pressões macroeconômicas e da incerteza geral, os consumidores continuam demonstrando resiliência.

“Os consumidores estão gastando mais, os atrasos nos pagamentos de empréstimos permanecem baixos e os saldos de depósitos e investimentos cresceram”, afirmou o presidente-executivo do banco, Charlie Scharf, em comunicado.

“Embora as taxas de juros mais altas, os preços elevados do petróleo e a inflação persistente representem riscos para a economia, forças positivas importantes, como os investimentos em infraestrutura de inteligência artificial, os altos níveis de emprego e o crescimento consistente dos salários, continuam superando esses riscos”, acrescentou.

JPMorgan divulga resultados; veja os números

Confira os resultados apresentados pelo JPMorgan em comparação com as estimativas consensuais dos analistas, segundo a LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 5,57, ante expectativa de US$ 5,90.
  • Receita: US$ 50,91 bilhões, ante expectativa de US$ 51,22 bilhões.

Wells Fargo divulga resultados; veja os números

Confira os resultados apresentados pelo Wells Fargo em comparação com as estimativas consensuais dos analistas, segundo a LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 1,87, ante expectativa de US$ 1,85.
  • Receita: US$ 21,87 bilhões, ante expectativa de US$ 22,3 bilhões.

O efeito Muse: bancos correm risco de perder espaço para agentes de IA?

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Um dos temas prováveis nas teleconferências com analistas é se os bancos serão apenas beneficiados pela inteligência artificial ou se também estarão sujeitos a riscos decorrentes da tecnologia.

Mais especificamente, agentes de IA como o Muse, da Meta, podem facilitar a transferência de recursos pelos clientes de contas com remuneração muito baixa para outras que ofereçam rendimentos maiores. No mês passado, Torsten Slok, economista-chefe da Apollo, chegou a descrever um possível cenário de corrida bancária provocado pela inteligência artificial.

“Se todas as famílias usassem agentes de IA para otimizar o retorno de seus saldos em dinheiro, os bancos poderiam perder uma parcela significativa dos depósitos baratos dos quais dependem para conceder empréstimos”, escreveu Slok. Isso “seria um problema para todo o sistema financeiro”.

Alguns bancos enfrentaram custos mais altos para captar depósitos no último trimestre, em um cenário de forte alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, segundo a StreetAccount.

As ações de bancos foram pressionadas no mês passado por preocupações com os agentes de IA, justamente quando os papéis da Meta subiam, impulsionados pelo aplicativo Muse, que alcançou as primeiras posições nos rankings de downloads.

No longo prazo, porém, os bancos deverão desenvolver suas próprias interfaces de agentes de inteligência artificial, reduzindo a exposição a essa ameaça, afirmou Ebrahim Poonawala, analista do Bank of America, em relatório de 4 de outubro.

“Os investidores continuam questionando o potencial de a IA agêntica transformar os depósitos bancários, as tarifas, as margens e a aquisição de clientes”, escreveu Poonawala. “Embora o momento e a magnitude desse impacto permaneçam incertos, uma consequência começa a ficar mais clara: os bancos talvez precisem cada vez mais desenvolver soluções pensando nos agentes, e não apenas nos clientes.”

Adiamento do IPO da Oura levanta dúvidas sobre perspectivas de negócios em Wall Street

O ambiente aquecido de negócios e negociações que impulsionou Wall Street neste ano perdeu força no terceiro trimestre. A questão é quanto a atividade desacelerou e por quanto tempo essa tendência deve continuar.

Essas são algumas das perguntas que analistas devem fazer ao Goldman Sachs e ao JPMorgan Chase, após uma sequência de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) de grande repercussão ter sido adiada nos últimos meses. Entre elas está a abertura de capital da Oura, fabricante de anéis inteligentes, que citou as condições incertas do mercado como motivo para postergar a operação.

A receita global de banco de investimento caiu 6,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$ 27,2 bilhões no terceiro trimestre, segundo dados da Dealogic. O recuo foi impulsionado pela redução no volume de fusões concluídas e de emissões de dívida.

A desaceleração, porém, não atinge todos os bancos de Wall Street da mesma maneira.

Em setembro, Brian Moynihan, presidente-executivo do Bank of America, alertou que as receitas com tarifas de banco de investimento deveriam cair mais de 10% no terceiro trimestre, enquanto as receitas de negociação ficariam praticamente estáveis.

O Citigroup esperava um desempenho um pouco melhor. Na mesma conferência, o diretor financeiro do banco, Gonzalo Luchetti, afirmou que a receita de banco de investimento caminhava para um crescimento de um dígito baixo, enquanto a receita de negociação deveria avançar em um ritmo de um dígito médio.

Já Doug Petno, copresidente do JPMorgan, disse a analistas no mês passado que tanto a receita de banco de investimento quanto a de negociação deveriam registrar altas percentuais na faixa de meados a final da casa dos dois dígitos, indicando que o ciclo de crescimento continua em algumas instituições.

Expectativas para a receita das divisões do Citigroup

Segundo as estimativas consensuais da StreetAccount, o Citigroup deveria registrar receita de US$ 4,31 bilhões em sua divisão de mercados de renda fixa. Para os mercados de ações, a expectativa era de US$ 1,76 bilhão, enquanto as tarifas de banco de investimento deveriam somar US$ 1,29 bilhão.

Os analistas esperavam que o Citi registrasse US$ 2,41 bilhões em perdas líquidas com crédito e US$ 2,62 bilhões em provisões para perdas com crédito.

Alerta de Jamie Dimon sobre juros ganha relevância

Durante anos, Jamie Dimon, presidente-executivo do JPMorgan Chase, alertou que as taxas de juros poderiam subir mais do que os investidores esperavam, impulsionadas pela inflação persistente e por conflitos geopolíticos.

A divulgação dos resultados trimestrais dos grandes bancos pode oferecer novos sinais sobre essa perspectiva.

Os títulos de renda fixa sofreram pressão durante o período, em meio à retomada das preocupações com a inflação, à alta dos preços do petróleo e às dúvidas sobre os efeitos da crescente onda de endividamento relacionada à inteligência artificial nos mercados de crédito.

O rendimento dos títulos do Tesouro americano de dez anos — referência que influencia os custos de empréstimos em toda a economia — chegou a cerca de 5,3% no fim de setembro, o nível mais alto em mais de duas décadas. Quando os rendimentos sobem, os preços dos títulos caem, elevando os custos de financiamento para empresas e consumidores.

Para os bancos, juros mais altos têm efeitos contraditórios.

As instituições podem ganhar mais com novos empréstimos, mas também enfrentam pressão para remunerar melhor os depósitos e evitar que os clientes transfiram seus recursos para fundos do mercado monetário e títulos do Tesouro, que se tornam mais atrativos. O crédito mais caro pode reduzir a demanda por empréstimos, enquanto condições financeiras mais restritivas podem dificultar fusões e IPOs.

Em última instância, juros elevados podem comprometer a capacidade de pagamento dos tomadores de crédito, levando alguns deles à inadimplência.

Essas preocupações pressionaram as ações dos bancos no terceiro trimestre. O índice S&P 500 Banks recuou 5,4%, enquanto o índice mais amplo S&P 500 avançou cerca de 2,3%.

Contagem regressiva para a saída de David Solomon do Goldman Sachs?

A divulgação dos resultados será a primeira oportunidade para que analistas questionem diretamente David Solomon, presidente-executivo do Goldman Sachs, sobre notícias de que ele poderá ser substituído por seu principal adjunto, John Waldron, já no próximo ano.

Se Waldron, atual presidente e diretor de operações do Goldman, assumir o comando, Solomon provavelmente permanecerá como presidente do conselho de administração executivo por um período, em um arranjo destinado a garantir uma transição tranquila.

Ainda não está claro, porém, se Solomon, de 64 anos, está pronto para deixar o comando de um dos principais bancos de investimento de Wall Street, justamente quando a empresa voltou a apresentar resultados expressivos.

Solomon recolocou o Goldman nos trilhos após uma tentativa malsucedida de expansão no segmento de serviços bancários para consumidores, no início de sua gestão. Com a ajuda do avanço da inteligência artificial e da retomada das operações de negociação e dos grandes negócios, as ações do Goldman superaram as de concorrentes no último ano.

Tony Fratto, porta-voz do Goldman, afirmou que “não existe um cronograma definitivo para a sucessão” no banco.

Solomon e Waldron receberam bônus de US$ 80 milhões cada em 2025 para permanecer na instituição até 2030.

Wells Fargo: expectativas para a receita das divisões

Segundo as estimativas consensuais da StreetAccount, os analistas esperavam que o Wells Fargo registrasse receita líquida de juros de US$ 12,66 bilhões.

Também projetavam que o banco divulgasse provisões de US$ 1,14 bilhão para perdas com crédito.

No trimestre anterior, o presidente-executivo Charlie Scharf afirmou que o banco estava “se beneficiando da força disseminada da economia” dos Estados Unidos.

Wells Fargo acumula sequência de resultados acima das expectativas de receita

Segundo a StreetAccount, o Wells Fargo superou as expectativas consensuais de receita em 12 dos últimos 20 trimestres.

O banco também superou as estimativas de lucro por ação em 16 dos últimos 20 trimestres, além de registrar um resultado em linha com as expectativas em outro período.

O que esperar dos resultados do Citigroup

O Citigroup estava programado para divulgar os resultados do terceiro trimestre antes da abertura do mercado nesta terça-feira. Segundo pesquisa da LSEG com analistas, as expectativas eram:

  • Lucro por ação: US$ 2,66.
  • Receita: US$ 23,72 bilhões.

Os executivos do banco realizariam uma teleconferência com analistas às 11h, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

O que os analistas esperavam do Goldman Sachs

Liderado pelo presidente-executivo David Solomon, o Goldman Sachs se beneficiou do elevado volume de operações de banco de investimento e de negociação ao longo deste ano.

A principal questão era se o ciclo positivo de Wall Street continuaria.

As expectativas do mercado, segundo a LSEG e a StreetAccount, eram:

  • Lucro por ação: US$ 13,02, segundo a LSEG.
  • Receita: US$ 16,71 bilhões, segundo a LSEG.
  • Receita com negociações: US$ 3,71 bilhões em renda fixa e US$ 5,02 bilhões em ações, segundo a StreetAccount.
  • Tarifas de banco de investimento: US$ 2,84 bilhões, segundo a StreetAccount.

Solomon e o diretor financeiro Denis Coleman realizariam uma teleconferência com analistas às 9h30, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

O que Wall Street esperava do JPMorgan

O JPMorgan Chase estava programado para divulgar os resultados do terceiro trimestre antes da abertura do mercado nesta terça-feira.

Liderado pelo veterano presidente-executivo Jamie Dimon, o JPMorgan é o maior banco dos Estados Unidos em ativos e o maior do mundo em valor de mercado.

As expectativas de Wall Street eram:

  • Lucro por ação: US$ 5,90, segundo a LSEG.
  • Receita: US$ 51,22 bilhões, segundo a LSEG.
  • Tarifas de banco de investimento: US$ 3,02 bilhões, segundo a StreetAccount.
  • Receita com negociações: US$ 5,95 bilhões em renda fixa e US$ 4,43 bilhões em ações, segundo a StreetAccount.

Dimon e o diretor financeiro Jeremy Barnum realizariam uma teleconferência com analistas às 8h30, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

O que os analistas esperavam do Wells Fargo

O Wells Fargo estava programado para divulgar os resultados do terceiro trimestre antes da abertura do mercado nesta terça-feira. As expectativas de Wall Street eram:

  • Lucro por ação: US$ 1,85, segundo a LSEG.
  • Receita: US$ 22,3 bilhões, segundo a LSEG.

Os executivos do banco realizariam uma teleconferência com analistas às 10h, no horário da Costa Leste dos Estados Unidos.

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