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BioMarin compra Alesta por US$ 275 milhões e avança em tratamentos para doenças ósseas raras
Publicado 19/08/2026 • 15:21 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/08/2026 • 15:21 | Atualizado há 2 meses
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Foto: Shutterstock
A BioMarin Pharmaceutical ganhou mais espaço na corrida por aquisições no setor farmacêutico. A empresa anunciou na terça-feira (18) a compra da Alesta Therapeutics por US$ 275 milhões (R$ 1,42 bilhão) em pagamento inicial. Com o negócio, a BioMarin terá acesso ao tratamento oral da Alesta para hipofosfatasia (HPP), uma rara doença genética que afeta os ossos.
O medicamento, chamado ALE1, ainda está nas fases iniciais de testes clínicos, mas pode se tornar o primeiro tratamento oral para HPP. Além do pagamento inicial, a BioMarin poderá desembolsar até US$ 215 milhões adicionais (R$ 1,11 bilhão), caso o medicamento alcance determinados marcos de desenvolvimento.
A aquisição reforça a divisão da BioMarin voltada a doenças esqueléticas raras, que tem o Voxzogo como principal produto. Este é também o terceiro grande negócio da empresa no segmento de doenças raras no último ano. Entre os principais acordos está a compra da Amicus Therapeutics, por US$ 4,8 bilhões (R$ 24,816 bilhões), anunciada em dezembro passado.
“Este é exatamente o tipo de oportunidade que nos permite atender a uma importante necessidade médica ainda não atendida e competir em mercados maiores de doenças raras, ao mesmo tempo em que adicionamos um ativo com potencial para alcançar nossa maior população de pacientes potencialmente tratáveis. Continuaremos buscando oportunidades desse tipo, com foco em inovação em estágio clínico para impulsionar o crescimento sustentável da BioMarin”, afirmou Alexander Hardy, presidente e CEO da BioMarin, em comunicado divulgado ontem.
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Siga o Times | CNBCSegundo o comunicado, mais de 9.000 pessoas nos Estados Unidos já foram diagnosticadas com HPP. A estimativa, no entanto, é que o número real de pessoas afetadas pela doença seja provavelmente maior.
Ilan Ganot, CEO da Alesta, disse que a capacidade da BioMarin de ampliar o desenvolvimento e a distribuição do tratamento pesou na decisão do conselho de aprovar a transação.
“O alcance global, a escala e a experiência comprovada da BioMarin no desenvolvimento de medicamentos para doenças raras fazem dela uma parceira ideal para levar o ALE1 adiante e explorar seu potencial como uma opção de tratamento promissora para pacientes com HPP em todo o mundo.”
A expectativa é que a transação seja concluída ainda neste trimestre.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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