Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CEO da e.l.f. Beauty defende aumento de preço de US$ 1 nos produtos da empresa por causa de tarifaço
Publicado 07/08/2025 • 20:50 | Atualizado há 1 ano
Copiloto da Flydubai atacou piloto com machado e tentou cometer atentado ‘terrorista’, dizem Emirados Árabes
Disputa por data centers nos EUA antecipa o que pode acontecer no restante do mundo
Cerebras cai 20% na semana e ações atingem mínima desde IPO
Anthropic investirá US$ 100 milhões para formar talentos em engenharia de IA
EXCLUSIVO CNBC: Empresas de tecnologia têm obrigação de tornar IA segura, diz Bret Taylor, da OpenAI
Publicado 07/08/2025 • 20:50 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Monica Schipper / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Tarang Amin, Chairman e CEO da E.l.f. Beauty participa do painel "Inside the Industry" durante o Forum Global da Beleza 2025, organizado pelo Business of Fashion em Stanly Ranch, em 10 de junho de 2025 em Napa, California.
Em entrevista concedida na quinta-feira (7) à CNBC, o CEO da e.l.f. Beauty, Tarang Amin, defendeu o aumento de US$ 1 (R$ 5,46) nos preços dos produtos da marca. A medida foi tomada para compensar os custos das tarifas implementadas pelo presidente Donald Trump. Segundo Amin, os clientes não ficaram descontentes com a alta.
“Recebemos cerca de 98% de avaliações positivas dos nossos consumidores”, afirmou Amin, indicando que os clientes valorizaram a sinceridade da E.l.f. sobre a mudança. “Mesmo com o aumento, 75% do nosso portfólio custa até US$ 10 (R$ 54,59), então ainda é um valor excelente.”
Leia também
Tarifas dos EUA sobre a Suíça podem afetar produtos químicos e farmacêuticos com impacto nos preços
Nintendo aumenta o preço do Switch original para clientes dos EUA
As ações da E.l.f. registraram queda de 9,48% na quinta-feira (7), após a divulgação dos resultados financeiros. A marca, conhecida por seus cosméticos acessíveis, apresentou receitas e lucros acima do esperado, mas o lucro líquido caiu 30% em relação ao ano passado, refletindo o impacto das novas tarifas sobre importações vindas da China. Por conta das incertezas ligadas às tarifas, a empresa optou por não divulgar projeções para o ano.
Atualmente, 75% dos produtos da E.l.f. vêm da China. Em fevereiro, Amin já havia declarado à CNBC que a empresa conseguiria “manter nosso valor extraordinário e lidar com a questão das tarifas”, ressaltando que a E.l.f. já se adaptou a tarifas em outras ocasiões e que agora possui uma atuação internacional mais forte.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAmin explicou a Cramer que a E.l.f. vem trabalhando para “otimizar” sua cadeia de suprimentos. Ele destacou que, alguns anos atrás, toda a produção era feita na China. Hoje, a empresa está diversificando fornecedores, não apenas por causa das tarifas, mas também para atender à “forte demanda global que temos pelas nossas marcas”.
“O mercado internacional foi o que mais cresceu no nosso negócio no último trimestre, ou melhor, nos últimos trimestres”, afirmou Amin. “Por isso, para conseguir atender essa demanda, vamos continuar diversificando”, disse o CEO.
__
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streaming
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Maiores Audiências
1
Vorcaro teria apoiado plano para financiar advogado em disputa pela presidência da OAB
2
Anthropic lança modelo de IA Claude Sonnet 5.5, o segundo desde o apelo do CEO por desaceleração
3
Lobista amiga de Lulinha recebeu R$ 570 mil durante tramitação de aval da União a empréstimo de Goiânia
4
Caixa libera dinheiro esquecido do antigo PIS/Pasep; veja como sacar
5
Mensagens entre Huck e Vorcaro citam R$ 83 milhões em mídia para a Globo e contrato pessoal de R$ 26 milhões