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Eventos extremos levam ISA Energia a instalar estações meteorológicas em SP

Publicado 10/02/2026 • 15:20 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • A ISA Energia Brasil iniciou a implantação de uma rede própria de estações meteorológicas no Estado de São Paulo, em parceria com a Climatempo.
  • O projeto prevê monitoramento contínuo até 2030 e busca aumentar a capacidade de antecipação e resposta da companhia a eventos extremos.

A ISA Energia Brasil iniciou a implantação de uma rede própria de estações meteorológicas no Estado de São Paulo, em parceria com a Climatempo, como parte de sua estratégia de adaptação às mudanças climáticas.

O projeto prevê monitoramento contínuo até 2030 e busca aumentar a capacidade de antecipação e resposta da companhia a eventos extremos que afetam a operação do sistema elétrico.

Serão instaladas quatro estações meteorológicas completas em pontos estratégicos do interior paulista, definidas a partir de estudos técnicos.

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Os equipamentos vão medir, entre outros dados, rajadas de vento, chuvas intensas e variações de temperatura, fenômenos que têm impacto direto sobre linhas de transmissão e subestações.

A iniciativa ocorre em um contexto de maior pressão climática sobre o setor elétrico. Segundo a companhia, eventos meteorológicos já estão associados a mais de 30% dos desligamentos registrados no País.

Ao mesmo tempo, a cobertura de estações meteorológicas no Brasil ainda é limitada: hoje, cerca de 700 são operadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), número considerado insuficiente para a extensão territorial do País.

Os dados coletados pelas novas estações serão integrados às plataformas internas da ISA Energia Brasil, como o Centro de Monitoramento de Ativos, permitindo a emissão de alertas operacionais e o reforço da gestão preventiva da infraestrutura.

O projeto também prevê a reconstrução de séries históricas de ventos desde 1980 e a produção de relatórios anuais até 2030, com foco na identificação de trechos mais vulneráveis das linhas de transmissão.

Para a Climatempo, o desafio não está apenas na coleta, mas no uso dos dados. A empresa será responsável por transformar as informações meteorológicas em alertas objetivos e subsídios técnicos para a operação.

A avaliação é que transmissoras precisam cada vez mais de inteligência climática aplicada, diante da intensificação e da recorrência dos eventos extremos.

A rede de estações faz parte de um movimento mais amplo da ISA Energia Brasil para incorporar riscos climáticos ao planejamento. Em 2024, a companhia concluiu um diagnóstico de exposição de seus ativos a ameaças climáticas, com cenários até 2050, em parceria com a consultoria WayCarbon.

A partir desse mapeamento, está em andamento um plano de adaptação e resiliência voltado à infraestrutura de transmissão.

Além disso, a empresa participa da elaboração de estudos técnicos para apoiar o aprimoramento do planejamento e da regulação do Sistema Interligado Nacional (SIN), incluindo propostas de metodologias de custo-benefício para investimentos em resiliência climática.

A ISA Energia Brasil é responsável por cerca de 30% da energia elétrica transmitida no País e por aproximadamente 95% da transmissão no Estado de São Paulo. A companhia opera 34 concessões em 18 Estados e tem ações negociadas na B3.

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