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Itaú Unibanco registra lucro de R$ 12,3 bilhões no 4ºTRI de 2025 e rentabilidade supera 24%
Publicado 04/02/2026 • 20:02 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 04/02/2026 • 20:02 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente gerencial de R$ 12,317 bilhões, alta de 13,2% frente ao mesmo período de 2024. A rentabilidade, medida pelo Retorno sobre o Patrimônio (ROE) foi de 24,4% no trimestre, superando as expectativas do mercado.
No ano de 2025, o Itaú encerrou consolidando sua posição de liderança com um lucro líquido recorrente de R$ 46,8 bilhões, alta de 13,1% na comparação anual e reflete a solidez do seu modelo de negócios.
A carteira de crédito total atingiu a marca de R$ 1,490 trilhão, apresentando um crescimento de 6,0% em doze meses. O destaque foi o crédito imobiliário, que avançou 12,8% no ano, segmento no qual a instituição se mantém como o maior banco privado do país.
Os indicadores de qualidade de crédito mostraram resiliência, com a inadimplência acima de 90 dias recuando para 1,9%. O banco destacou que o indicador de pessoas físicas no Brasil atingiu o melhor patamar de sua série histórica, o que demonstra uma gestão de risco extremamente disciplinada.
A margem financeira gerencial somou R$ 31,5 bilhões, com crescimento de 7,3% em um ano e de 0,5% em relação ao trimestre anterior. A margem financeira com clientes aumentou 8,6% em um ano, para R$ 30,9 bilhões, enquanto a margem com o mercado despencou 34%, para R$ 597 milhões.
As receitas de serviços e seguros avançaram 6,3%, impulsionadas pela administração de recursos e emissão de cartões, além do aumento das receitas de pagamentos e recebimentos.
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Além dos resultados operacionais, o banco confirmou uma distribuição de proventos aos seus investidores. O Itaú informou que, no da 6 de março, vai pagar juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de $ 0,36975 por ação. Terão direito aos proventos acionistas que tinham os papéis até o dia 9 de dezembro de 2025.
No acumulado de 205, a instituição distribuiu um total de R$ 33,7 bilhões aos acionistas entre dividendos e Juros sobre o Capital Próprio (JCP). Esse volume massivo de proventos resultou em um payout (parcela do lucro líquido destinada a proventos) de 72,0%, um dos maiores entre os grandes bancos.
A eficiência operacional também foi destaque, com o índice atingindo 36,9% no Brasil, o menor patamar da história para um quarto trimestre. O que prova que o banco esta conseguindo ter um custo controlado para fazer a operação girar.
Para 2026, a diretoria projetou um cenário de crescimento contínuo com responsabilidade e controle de custos. O CEO Milton Maluhy Filho reforçou que a instituição mantém uma estrutura de capital sólida para seguir criando valor de forma sustentável nos próximos anos.
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