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Nubank pede licença para operar como banco nos EUA para expandir serviços financeiros
Publicado 30/09/2025 • 18:06 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 30/09/2025 • 18:06 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Foto: Nubank/Divulgação
Os recursos vão bancar avanços em inteligência artificial, novos produtos, expansão de escritórios e contratações, segundo a fintech.
O Nubank protocolou oficialmente um pedido junto ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC) para obter licença de banco nacional nos Estados Unidos. A aprovação permitirá que a fintech brasileira ofereça serviços financeiros diretamente ao mercado norte-americano.
A medida faz parte do plano de expansão internacional da empresa, que já atende cerca de 123 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. O movimento reforça a estratégia de diversificação de receitas e de ampliação de presença em mercados concorridos.
Nos EUA, a operação será liderada por Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank e atual Chief Growth Officer da holding. Ela se mudou para o país e será responsável por estruturar a subsidiária local. O conselho da unidade americana contará com nomes como Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, que assumirá a presidência do colegiado. Também integram o grupo Youssef Lahrech, ex-COO do Nubank; Brian Brooks, ex-controlador interino da moeda nos EUA; e Kelley Morrell, ex-executiva da Blackstone e do Tesouro americano.
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Siga o Times | CNBCO pedido nos EUA segue a aprovação obtida no México em 2025, onde a fintech aguarda liberação final para iniciar operações bancárias. Caso receba autorização nos Estados Unidos, o Nubank poderá oferecer produtos como cartões de crédito, contas digitais, empréstimos e custódia de ativos digitais.
O modelo do Nubank mantém foco em baixos custos operacionais e alta escala tecnológica. A empresa registrou receita de US$ 3,7 bilhões no segundo trimestre de 2024, um crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano anterior. Listado na Bolsa de Nova York (NYSE) desde 2021 sob o código NU, o banco digital se consolidou como referência em crescimento rápido entre instituições financeiras digitais.
Especialistas destacam que a entrada no sistema bancário americano exigirá adaptação regulatória e tecnológica, mas pode ampliar a presença global da marca e consolidar o Nubank como player relevante no mercado internacional de serviços financeiros digitais.
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