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STJ mantém decisão contra Ternium em disputa bilionária com a CSN sobre controle da Usiminas
Publicado 03/12/2024 • 16:16 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 03/12/2024 • 16:16 | Atualizado há 1 ano
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou nesta terça-feira (3) a condenação contra a Ternium, grupo ítalo-argentino, no embate judicial que envolve a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e o controle acionário da Usiminas. A disputa, que já se arrasta desde 2011, gira em torno da obrigatoriedade de uma Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) no processo de mudança de controle da siderúrgica.
Em 2011, a Ternium assumiu o controle da Usiminas, da qual a CSN era acionista minoritária. A CSN argumenta que a troca de controle deveria ter sido precedida de uma OPA, o que permitiria aos acionistas minoritários, como a própria CSN, a oportunidade de vender suas ações antes da transação. Sem essa oferta, a CSN entrou com uma ação judicial alegando prejuízo e pedindo indenização.
Em maio de 2023, a Terceira Turma do STJ, com nova composição, revisou decisões anteriores e condenou a Ternium a pagar uma indenização de R$ 5 bilhões à CSN. O grupo ítalo-argentino recorreu, levando o caso novamente a julgamento nesta terça-feira.
O STJ manteve a condenação contra a Ternium, confirmando a necessidade de indenização à CSN. No entanto, os critérios de cálculo do valor da indenização foram revisados, o que deve reduzir significativamente os R$ 5 bilhões inicialmente estipulados. Ainda não foi divulgado o valor final da compensação.
A Ternium anunciou que recorrerá da decisão, indicando que a disputa deve prosseguir até o Supremo Tribunal Federal (STF). A empresa argumenta que a OPA não era necessária para a aquisição do controle da Usiminas, citando interpretações anteriores da própria Justiça e reguladores.
A decisão do STJ pode ter implicações relevantes para o mercado de capitais brasileiro, especialmente no que se refere à proteção de acionistas minoritários em operações de troca de controle. Além disso, o caso continua a chamar atenção por seu impacto financeiro e pela duração de mais de uma década nos tribunais.
A CSN, por sua vez, considera a decisão uma vitória, enquanto o grupo Ternium enfrenta um cenário de incertezas jurídicas que podem impactar sua atuação no Brasil.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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