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China cria “fast track” para IPOs de foguetes reutilizáveis e acelera corrida contra a SpaceX
Publicado 27/12/2025 • 17:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/12/2025 • 17:30 | Atualizado há 2 meses
SpaceX
A Bolsa de Valores de Xangai anunciou que empresas chinesas que desenvolvem foguetes comerciais reutilizáveis terão acesso a uma via rápida para ofertas públicas iniciais de ações (IPOs), com isenção de exigências tradicionais de lucratividade e receita mínima. A medida faz parte da estratégia de Pequim para acelerar investimentos privados em setores considerados críticos para segurança nacional e liderança tecnológica.
Em vez de métricas financeiras convencionais, o novo modelo de listagem exige o cumprimento de marcos tecnológicos, incluindo um lançamento orbital bem-sucedido utilizando tecnologia de foguete reutilizável. As regras entram em vigor imediatamente, sinalizando urgência regulatória.
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A iniciativa ocorre em meio à tentativa da China de reduzir a defasagem em relação aos Estados Unidos na tecnologia de reutilização de foguetes, área hoje praticamente dominada pela SpaceX, do bilionário Elon Musk. Atualmente, o Falcon 9 é o único foguete reutilizável lançado e recuperado de forma regular, mantendo um quase monopólio no mercado de lançamentos comerciais.
No início deste mês, a LandSpace, principal empresa privada do setor na China, realizou o primeiro teste completo nacional de um foguete reutilizável, com o lançamento do Zhuque-3. Embora a missão não tenha concluído a fase de recuperação do propulsor, o teste foi considerado um marco tecnológico, suficiente para atender aos novos critérios da bolsa.
A LandSpace já afirmou que pretende demonstrar a recuperação bem-sucedida do foguete até meados de 2026, quando o Zhuque-3 deve realizar um novo lançamento. A empresa também reconhece que o alto consumo de capital do setor torna inevitável o acesso aos mercados financeiros para competir globalmente.
Leia também: SpaceX pode realizar o maior IPO da história e desafia a aversão de Musk ao mercado público
As diretrizes da bolsa deixam claro que não é obrigatória a recuperação do foguete, desde que a tecnologia reutilizável seja empregada com sucesso para colocar satélites em órbita, algo que a empresa já conseguiu demonstrar.
Além disso, companhias envolvidas em missões nacionais ou em grandes projetos espaciais liderados pelo Estado terão prioridade regulatória e institucional, reforçando o alinhamento direto entre o mercado de capitais e a estratégia espacial do governo chinês.
Pequim tem classificado o domínio da SpaceX sobre os satélites de órbita baixa da Terra (LEO) como um risco à segurança nacional. Em resposta, o país acelera o desenvolvimento de constelações próprias, que podem somar dezenas de milhares de satélites nas próximas décadas, ampliando a competição no setor espacial global.
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