Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
YouTube libera monetização de temas sensíveis e muda jogo para criadores e anunciantes
Publicado 18/01/2026 • 12:15 | Atualizado há 9 meses
Justiça dos EUA investiga emissoras após suspensão da cobertura de Trump
Avaliadores independentes ganham protagonismo na segurança da inteligência artificial, mas enfrentam desafios de financiamento e independência
Trump diz que ‘vai analisar’ a possibilidade de se juntar à Arábia Saudita na luta contra os houthis após ataque em aeroporto
Alta demanda por GPUs da Nvidia amplia opções de computação em nuvem
Lululemon e Under Armour reduzem portfólio para impulsionar resultados
Publicado 18/01/2026 • 12:15 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
T. Schneider / Shutterstock
O YouTube anunciou uma atualização em suas diretrizes de conteúdo “advertiser-friendly” que passa a permitir que mais vídeos sobre temas controversos recebam monetização completa, desde que sejam dramatizados ou discutidos de forma não gráfica.
Entre os temas agora elegíveis estão automutilação, aborto, suicídio, violência doméstica e abuso sexual. A plataforma ressalta, porém, que conteúdos sobre abuso infantil e transtornos alimentares continuam inelegíveis para monetização integral.
A mudança foi anunciada nesta semana em um vídeo no canal Creator Insider, voltado a criadores de conteúdo.
“Antes, o nível de detalhe gráfico ou descritivo não era considerado de forma relevante, mesmo em materiais dramatizados. Como resultado, esses vídeos recebiam o ícone amarelo e tinham a monetização limitada”, explicou o YouTube.
“Com esta atualização, nossas diretrizes ficam mais permissivas, e os criadores poderão gerar mais receita com anúncios.”
Leia também: Nova ferramenta de IA do YouTube alimenta Google com dados sensíveis de criadores
A empresa, controlada pelo Google, afirmou que revisou as regras após feedback de criadores, que reclamavam da perda de receita em conteúdos dramatizados e jornalísticos sobre temas sensíveis.
“Percebemos que nossas diretrizes ficaram restritivas demais e acabaram desmonetizando conteúdos que os anunciantes, na prática, aceitam apoiar”, disse a companhia. “Desde que o vídeo evite cenas muito descritivas ou gráficas, os criadores poderão ganhar mais com anúncios, mesmo ao tratar de temas sensíveis.”
Segundo o YouTube, a nova política busca garantir que histórias importantes, relatos pessoais e produções dramatizadas não sejam penalizadas financeiramente apenas por abordarem temas delicados.
Leia também: X anuncia bloqueios ao Grok após pressão global por deepfakes sexuais
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA mudança ocorre em meio a um movimento mais amplo de flexibilização da moderação de conteúdo na plataforma.
No ano passado, o YouTube orientou seus moderadores a manter no ar vídeos que possam violar regras, desde que sejam considerados de interesse público, incluindo discussões políticas, sociais e culturais, segundo reportagem do New York Times.
Essa guinada acontece no contexto em que grandes plataformas de tecnologia vêm reduzindo restrições, especialmente após o retorno de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos.
Leia também: Veja quem pode seguir a Austrália na proibição de redes sociais para menores de 16
Apesar da flexibilização, o YouTube reforçou que alguns temas continuam fora da monetização, como:
Conteúdos descritivos ou dramatizados sobre esses assuntos continuarão inelegíveis para anúncios.
(*com informações de TechCrunch)
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Master Capixaba: justiça suspende reunião da Apex Partners que decidiria impedimento de voto do fundador
2
DENÚNCIA: Instituto Lula recebeu propina de Vorcaro em troca de negócios com o governo; PGR e PF dão outras versões
3
Caso Master: mensagens de Vorcaro revelam negócios com filha de Otto Alencar e aliado de Jaques Wagner, ex-ministro de Lula
4
Fachin anuncia que vai arquivar inquérito das fake news, aberto há mais de 7 anos
5
Herdeiros de Michael Jackson gastam quase R$ 100 milhões em apenas um ano