Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Casa Branca reage com indignação a paródia de Donald Trump em “South Park”
Publicado 24/07/2025 • 20:18 | Atualizado há 6 meses
Berkshire Hathaway aumenta salário de substituto de Buffett; veja valor
Queda de Maduro expõe possível tesouro em bitcoin da Venezuela; entenda
Como a Rússia está se beneficiando do plano de Trump para o petróleo da Venezuela
Startup de software NinjaOne ultrapassa US$ 500 milhões em receita recorrente anualizada
A DeepSeek abalou os mercados há um ano. Por que esse impacto ficou para trás?
Publicado 24/07/2025 • 20:18 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
A versão caricata do presidente americano Donald Trump, no episódio mais recente do desenho "South Park."
Paramount/Reprodução
Na quinta-feira (24), a Casa Branca reagiu com irritação aos criadores de “South Park”, depois que a sátira escrachada do programa zombou de Donald Trump em um episódio que mostra uma versão do presidente dos EUA gerada por inteligência artificial (IA) rastejando nu por um deserto.
No episódio de estreia da temporada, sem papas na língua, o personagem animado de Trump também aparece implorando sexo para o Diabo, mas acaba sendo rejeitado – em parte porque seu pênis seria pequeno demais.
Leia também
Negociações para NFL adquirir 10% da ESPN pode estar perto do fim
SDCC: convenção geek deve injetar US$ 160 milhões na economia de cidade na Califórnia
Quarteto Fantástico dá início à Fase 6 do universo Marvel; fase anterior arrecadou US$ 3,66 bilhões
A Casa Branca não achou graça nenhuma.
“Esse programa não é relevante há mais de 20 anos e só está se segurando por um fio, com ideias sem inspiração, numa tentativa desesperada de chamar atenção”, afirmou a porta-voz Taylor Rogers.
“O presidente Trump cumpriu mais promessas em apenas seis meses do que qualquer outro presidente na história do nosso país – e nenhum programa de quinta categoria vai atrapalhar a boa fase do presidente Trump.”
A série animada para adultos, que frequentemente aborda temas polêmicos da vida americana, está agora na sua 27ª temporada e segue como uma das produções televisivas mais valiosas do mundo.
No início da temporada, Cartman, sempre boca suja, fica indignado porque a NPR foi tirada do ar pelo presidente. Enquanto isso, Randy, um dos pais, se incomoda com a presença de Jesus numa escola pública fundamental.
As reclamações enviadas para a fictícia Casa Branca recebem apenas uma ameaça de Trump: processar a cidade de South Park em bilhões de dólares (cerca de R$ 8,1 bilhões).
Enquanto isso, o Trump animado ameaça bombardear o Canadá “igual fiz com o Iraque”.
“Achei que você só tinha bombardeado o Irã”, responde o primeiro-ministro canadense.
“Irã, Iraque, qual a diferença?”, rebate Trump.
O episódio, que mostra o Trump fictício atropelando vários aspectos da vida americana, termina depois que a cidade de South Park fecha um acordo financeiro com o presidente, incluindo a obrigação de fazer campanhas de utilidade pública.
O curta gerado por IA que vem na sequência – supostamente uma dessas campanhas – mostra um Trump acima do peso cambaleando por um deserto, enquanto um narrador o compara a um Jesus dos tempos modernos.
O vídeo termina com Trump nu, e o narrador diz: “Trump. O pênis dele é minúsculo, mas o amor por nós é gigante.”
O episódio foi ao ar poucos dias depois que os criadores Trey Parker e Matt Stone supostamente fecharam um contrato de streaming de US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 8,1 bilhões) com a Paramount, garantindo à empresa os direitos globais da produção.
O acordo veio em um momento delicado para a Paramount, que apenas nesta quinta-feira conseguiu aprovar junto ao governo a sua proposta bilionária de fusão com a empresa de entretenimento Skydance. O acordo prevê direitos de transmissão de marcas da Paramount Pictures, CBS e Nickelodeon, desde que Skydance não estabeleça nenhuma política de inclusão (DEI).
A controladora da CBS causou polêmica neste mês ao concordar em pagar US$ 16 milhões (cerca de R$ 86,4 milhões) para encerrar um processo movido por Trump, relacionado a uma entrevista do tradicional programa “60 Minutes” com Kamala Harris, exibida antes das eleições de novembro passado.
O pagamento foi criticado por democratas, que enxergaram o valor como praticamente uma propina para facilitar a fusão, embora a Paramount inicialmente tenha tratado a ação de Trump como sem fundamento.
Na semana passada, a CBS também causou revolta ao cancelar “The Late Show with Stephen Colbert”, cujo apresentador é um dos críticos mais ferrenhos do presidente.
A emissora alegou motivos financeiros para o cancelamento, mas opositores enxergam a decisão como mais um exemplo de instituições americanas cedendo à pressão de Trump.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Venezuela lidera ranking do petróleo; veja os 10 países com mais reservas
2
Executivo do Grupo Corona é encontrado morto no México
3
Mega da Virada: veja todos os números sorteados desde a primeira edição
4
Flamengo x Corinthians na Supercopa 2026 vale prêmio milionário; veja o valor da última edição
5
Mega da Virada 2025: quanto custa a aposta simples?