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Confusão em megablocos reacende debate sobre logística e custos do Carnaval
Publicado 08/02/2026 • 19:40 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 08/02/2026 • 19:40 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Divulgação
A confusão registrada neste domingo na Rua da Consolação, após a concentração de dois megablocos com horários próximos, recolocou no centro do debate o planejamento urbano e o impacto econômico dos grandes eventos de rua em São Paulo. O Carnaval paulistano virou uma indústria temporária que movimenta milhões em patrocínios, turismo, transporte e serviços, mas que também exige coordenação milimétrica para evitar gargalos.
Por volta das 16h, a Polícia Militar recomendou que pedestres e motoristas evitassem a região central diante da superlotação. Segundo a corporação, a densidade elevada de público provocou empurra-empurra, atrasos na programação e foliões passando mal, o que levou ao reforço do efetivo no local.
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O episódio envolveu diretamente o bloco patrocinado por uma grande cervejaria, que tinha como principal atração o DJ escocês Calvin Harris, nome forte do circuito internacional e aposta das marcas para ampliar visibilidade durante a festa.
O desfile estava programado para começar às 11h30 com artistas brasileiros, mas foi interrompido pouco depois do início da tarde diante da dificuldade de circulação do público. Harris, que subiria ao trio às 14h, acabou impactado pela paralisação do bloco por volta do meio-dia.
Artistas chegaram a suspender temporariamente as apresentações diante da pressão da multidão, cenário que expõe riscos operacionais e reputacionais para patrocinadores e produtores. Em eventos dessa escala, falhas logísticas costumam se traduzir em desgaste de imagem e incerteza sobre o retorno dos investimentos publicitários.
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Embora a PM e o Corpo de Bombeiros tenham informado que não houve ocorrências graves, imagens aéreas divulgadas pela polícia mostram vários quarteirões tomados por foliões, reforçando a magnitude financeira e operacional desses megablocos.
Durante a dispersão, foliões derrubaram grades do prédio da Escola Paulista de Magistratura e ocuparam parte da área externa do imóvel, um tipo de dano colateral que normalmente se soma aos custos indiretos do Carnaval, como limpeza urbana, reparos e reforço de segurança privada.
A sobreposição de agendas também afetou outros organizadores. O bloco Acadêmicos do Baixo Augusta informou que atrasou em duas horas o início de seu desfile, previsto para a mesma via, por causa da confusão anterior.
Para empresários do setor de eventos, patrocinadores e gestores públicos, o episódio funciona como alerta. O Carnaval se consolidou como um dos maiores motores temporários da economia paulistana, impulsionando bares, hotéis, ambulantes, aplicativos de transporte e publicidade.
Ao mesmo tempo, cresce a pressão por calendários mais espaçados, rotas alternativas e reforço de infraestrutura para evitar colapsos em regiões-chave da cidade. No mercado, a leitura é clara: quanto maior o espetáculo, maior também o risco financeiro se a engrenagem logística falhar.
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