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Quem são os brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos de Inverno?
Publicado 12/01/2026 • 09:37 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 12/01/2026 • 09:37 | Atualizado há 3 horas
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Foto: divulgação/COB.
Quem são os 40 brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos de Inverno
A delegação brasileira entra na contagem regressiva para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, que começam em 6 de fevereiro, na Itália.
Marcada para durar 17 dias, a próxima edição do maior evento poliesportivo de inverno do mundo reunirá cerca de 2.900 atletas de aproximadamente 90 países, distribuídos em 116 provas que valem medalha.
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As competições serão realizadas em diferentes cidades-sede italianas e envolverão as principais modalidades praticadas na neve e no gelo, consolidando Milão-Cortina como o centro do esporte olímpico de inverno em 2026.
Mas o Brasil participa do campeonato há 34 anos, o país estreou nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Albertville 1992, a participação ainda era pontual e pouco conhecida do grande público.
Trinta anos depois, em Beijing 2022, o País chegou à marca de 40 atletas que já defenderam a bandeira verde e amarela em competições disputadas na neve e no gelo, segundo o Olympics.
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A evolução ocorreu ao longo de nove edições, impulsionada pela ampliação de modalidades, pela migração de atletas de outros esportes e pela consolidação de nomes que se tornaram referência olímpica.
Com a aproximação de Milano Cortina 2026, o histórico revela um retrato diversificado da presença brasileira no inverno olímpico.
Confira a seguir os 40 brasileiros que já disputaram os Jogos Olímpicos de Inverno em cada modalidade:
O esqui alpino foi a porta de entrada do Brasil nos Jogos de Inverno e segue como uma das modalidades mais representativas. Em Albertville 1992, o País contou com:
Ao longo das edições seguintes, o time foi renovado com nomes como Nikolai Hentsch, Mirella Arnhold, Jhonatan Longhi, Maya Harrisson, Isadora Williams e Michel Macedo.
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O esporte reúne atletas com formações variadas, muitos deles com vivência no exterior, e concentra alguns dos brasileiros mais jovens e mais experientes da história olímpica de inverno.
A modalidade ganhou projeção principalmente a partir dos anos 2000. Alexander Penna abriu caminho em Salt Lake City 2002, seguido por Franziska Becskehazy, Hélio Freitas e Leandro Ribela.
O esqui cross-country também se tornou o principal campo de atuação de Jaqueline Mourão, atleta com maior número de participações em Jogos de Inverno pelo Brasil.
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Em anos mais recentes, Victor Santos, Eduarda Ribera e Manex Silva ampliaram a presença brasileira, levando o País a diferentes provas de resistência na neve.
O bobsled concentra o maior número de atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos de Inverno. A equipe começou a se estruturar em Salt Lake City 2002 e ganhou corpo em Turim 2006, Sochi 2014, PyeongChang 2018 e Beijing 2022.
Edson Bindilatti é o principal nome da modalidade, com cinco participações olímpicas, seguido por:
Claudinei Quirino, medalhista olímpico no atletismo, também integrou a equipe, simbolizando a transição entre esportes.
O snowboard brasileiro tem um nome central, Isabel Clark Ribeiro alcançou o melhor resultado do País em esportes de inverno ao terminar entre as dez melhores em Turim 2006.
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Ela voltou a competir em Vancouver 2010 e Sochi 2014, consolidando a modalidade no cenário olímpico brasileiro e abrindo espaço para novas gerações.
A modalidade contou com participações pontuais, mas significativas. Joselane Santos representou o Brasil em Sochi 2014, enquanto Sabrina Cass estreou em Beijing 2022, ampliando a diversidade de provas disputadas pelo País.
Renato Mizoguchi foi o primeiro brasileiro no luge, em Salt Lake City 2002, ricardo Raschini também competiu na modalidade na mesma edição, antes de migrar para o bobsled em Turim 2006, tornando-se um dos atletas multi-esportistas da história olímpica brasileira.
O skeleton passou a integrar o quadro brasileiro em Beijing 2022, com Nicole Silveira. A estreia marcou a entrada do País em mais uma modalidade de velocidade sobre o gelo.
O biatlo aparece singularmente na trajetória brasileira. Jaqueline Mourão competiu tanto no esqui cross-country quanto no biatlo em Sochi 2014, tornando-se a única atleta do País a disputar três esportes diferentes em Jogos Olímpicos, considerando também sua carreira no ciclismo de verão.
Isadora Williams representou o Brasil na patinação artística em Sochi 2014 e PyeongChang 2018. A modalidade reforçou a presença feminina e ampliou o alcance do País em esportes praticados no gelo.
Dos 40 atletas que já disputaram os Jogos Olímpicos de Inverno pelo Brasil, 27 são homens e 13 mulheres.
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Evelyn Schuler segue como a mais jovem, com 17 anos em Albertville 1992, enquanto Robert Scott Detlof é o mais velho, tendo competido aos 30 anos na mesma edição e hoje sendo o brasileiro mais longevo entre os olímpicos de inverno.
Jaqueline Mourão e Edson Bindilatti lideram o ranking de participações, com cinco edições cada, e simbolizam a continuidade da presença brasileira no evento.
Ao longo de três décadas, o Brasil transformou participações isoladas em um histórico consistente, com atletas distribuídos por diversas modalidades.
| Atleta | Modalidade | Ano dos Jogos Olímpicos de Inverno |
|---|---|---|
| Evelyn Schuler | Esqui alpino | Albertville 1992 |
| Fábio Igel | Esqui alpino | Albertville 1992 |
| Hans Egger | Esqui alpino | Albertville 1992 |
| Lothar Christian Munder | Esqui alpino | Albertville 1992; Lillehammer 1994 |
| Marcelo Apovian | Esqui alpino | Albertville 1992; Nagano 1998 |
| Robert Scott Detlof | Esqui alpino | Albertville 1992 |
| Sérgio Schuler | Esqui alpino | Albertville 1992 |
| Alexander Penna | Esqui cross-country | Salt Lake City 2002 |
| Cristiano Rogério Paes | Bobsled | Salt Lake City 2002 |
| Edson Bindilatti | Bobsled | Salt Lake City 2002; Turim 2006; Sochi 2014; PyeongChang 2018; Beijing 2022 |
| Eric Maleson | Bobsled | Salt Lake City 2002 |
| Franziska Becskehazy | Esqui cross-country | Salt Lake City 2002 |
| Matheus Facho Inocêncio | Bobsled | Salt Lake City 2002 |
| Mirella Arnhold | Esqui alpino | Salt Lake City 2002; Turim 2006 |
| Nikolai Hentsch | Esqui alpino | Salt Lake City 2002; Turim 2006 |
| Renato Mizoguchi | Luge | Salt Lake City 2002 |
| Ricardo Raschini | Luge / Bobsled | Salt Lake City 2002; Turim 2006 |
| Claudinei Quirino | Bobsled | Turim 2006 |
| Hélio Freitas | Esqui cross-country | Turim 2006 |
| Isabel Clark Ribeiro | Snowboard | Turim 2006; Vancouver 2010; Sochi 2014 |
| Jaqueline Mourão | Esqui cross-country / Biatlo | Turim 2006; Vancouver 2010; Sochi 2014; PyeongChang 2018; Beijing 2022 |
| Márcio Silva | Bobsled | Turim 2006 |
| Jhonatan Longhi | Esqui alpino | Vancouver 2010; Sochi 2014 |
| Leandro Ribela | Esqui cross-country | Vancouver 2010; Sochi 2014 |
| Maya Harrisson | Esqui alpino | Vancouver 2010; Sochi 2014 |
| Fabiana Santos | Bobsled | Sochi 2014 |
| Fábio Gonçalves Silva | Bobsled | Sochi 2014 |
| Isadora Williams | Patinação artística | Sochi 2014; PyeongChang 2018 |
| Joselane Santos | Esqui freestyle | Sochi 2014 |
| Odirlei Pessoni | Bobsled | Sochi 2014; PyeongChang 2018 |
| Sally da Silva | Bobsled | Sochi 2014 |
| Michel Macedo | Esqui alpino | PyeongChang 2018; Beijing 2022 |
| Rafael Souza | Bobsled | PyeongChang 2018; Beijing 2022 |
| Victor Santos | Esqui cross-country | PyeongChang 2018 |
| Eduarda Ribeiro | Esqui cross-country | Beijing 2022 |
| Erick Vianna | Bobsled | Beijing 2022 |
| Manex Silva | Esqui cross-country | Beijing 2022 |
| Nicole Silveira | Skeleton | Beijing 2022 |
| Sabrina Cass | Esqui freestyle | Beijing 2022 |
| Edson Martins | Bobsled | Sochi 2014; PyeongChang 2018; Beijing 2022 |
As Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 começam oficialmente em 6 de fevereiro, com a cerimônia de abertura marcada para a noite no Estádio Olímpico San Siro, em Milão.
O evento, que acontece das 20h às 23h, inaugura uma edição realizada de forma descentralizada entre Milão e Cortina d’Ampezzo e recoloca a Itália no centro do esporte mundial, reunindo competições de gelo e neve em diferentes regiões do norte do país.
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Os ingressos para acompanhar a abertura ao vivo variam conforme a categoria do assento, a entrada mais barata custa € 260, enquanto os valores intermediários chegam a € 700 e € 1.400.
O ingresso mais caro, da Categoria A, sai por € 2.026 e oferece assentos no primeiro anel do estádio, com melhor visibilidade do espetáculo artístico e protocolar, tradicionalmente um dos eventos mais disputados dos Jogos Olímpicos.
Além dos bilhetes convencionais, o comitê organizador oferece pacotes de hospitalidade. O pacote Clássico inclui lounge temático, buffet e ingresso de Categoria B, com valor total de € 3.252.
Já o pacote Premium, com acesso a lounge interno no San Siro, serviços exclusivos e lugares de Categoria A, pode ultrapassar € 8.900.
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A venda é feita pelo site oficial dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026, e a organização alerta que os ingressos são limitados e sujeitos à disponibilidade.
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