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Esportes

Quais esportes o Brasil deve disputar nos Jogos Olímpicos de Inverno?

Publicado 08/01/2026 • 14:45 | Atualizado há 19 horas

KEY POINTS

  • Será a décima participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno.
  • O Brasil não terá representantes em nove esportes do programa olímpico de inverno.
  • Com pouco mais de quatro semanas para o início da competição, o Brasil entra no último mês antes de Milão-Cortina 2026.
Atleta brasileira esquiando no Jogos Olímpicos de Inverno

Foto: reprodução Wander Roberto/ANOC/ Agência Brasil

Veja quais esportes o Brasil deve disputar nos Jogos Olímpicos de Inverno

A menos de um mês do início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, o Brasil vive os dias decisivos da corrida por vagas na delegação que representará o país na Itália.

A Cerimônia de Abertura está marcada para 6 de fevereiro, no estádio San Siro, em Milão, e o ciclo de classificação entra na final em praticamente todas as modalidades, com prazo limite, em sua maioria, até 18 de janeiro.

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Será a décima participação brasileira nas Olimpíadas de Inverno, em um momento de crescimento técnico e resultados inéditos nos esportes do gelo e da neve.

Com 16 esportes no programa, 116 provas com medalha e cerca de 2.900 atletas de mais de 90 países, Milão-Cortina 2026 pode marcar a maior e mais diversa presença brasileira na história do evento, conforme a publicação realizada pelo site oficial Olympics.

Em quais esportes o Brasil vai disputar?

O país já tem vagas asseguradas e mantém chances reais em modalidades como esqui alpino, snowboard, skeleton, bobsled, esqui cross-country, biatlo e esqui estilo livre.

1. Skeleton

No skeleton feminino, o Brasil tem uma de suas principais apostas em Nicole Silveira. Com ótimos resultados em etapas da Copa do Mundo, ela aparece na 13º posição do ranking da modalidade e esta nas cotas destinadas a países com apenas uma atleta.

Ainda restam duas etapas decisivas antes do fechamento do ranking, mas a brasileira pode chegar à final em posição confortável.

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No masculino, Eduardo Strapasson disputa sua primeira temporada adulta e ainda corre por fora na luta por uma das vagas via realocação, dependendo de resultados nas últimas provas.

2. Bobsled

No bobsled, a situação também é promissora, o Brasil tem chances concretas de classificar até dois conjuntos no masculino, tanto no 2-man quanto no 4-man.

A equipe liderada por Edson Bindilatti ocupa, hoje, a última posição na zona de classificação, enquanto o segundo trenó ainda tenta reduzir a distância no ranking internacional. As corridas restantes na Copa América, em Lake Placid, serão determinantes.

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3. Esqui alpino

O esqui alpino é uma das modalidades que mais simbolizam o atual momento do Brasil nos esportes de inverno. O país já tem assegurada a cota básica no masculino e pode voltar a ter uma representante no feminino, algo que não ocorre desde Sochi 2014.

Lucas Pinheiro Braathen é o grande destaque, campeão de etapa da Copa do Mundo, o brasileiro ocupa posições de elite no slalom e no slalom gigante.

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Caso se mantenha entre os 30 melhores nas duas disciplinas até o fim do período classificatório, o Brasil poderá conquistar cotas adicionais no masculino, ampliando de forma inédita sua presença na modalidade.

4. Esqui cross-country

No esqui cross-country, o Brasil já garantiu presença em Milão-Cortina. Manex Silva assegurou a cota masculina ainda em fevereiro de 2025, durante o Mundial sub-23.

No feminino, o desempenho de Jaqueline Mourão e Eduarda Ribera garantiu uma vaga, posteriormente confirmada pelo Comitê Olímpico do Brasil em nome de Eduarda.

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Ainda existe a possibilidade de o país conquistar uma cota parcial adicional no feminino, dependendo do fechamento do ranking das nações, embora esse cenário seja considerado mais difícil.

5. Snowboard

No snowboard, o Brasil chega forte, especialmente no halfpipe. Patrick Burgener aparece bem posicionado no ranking, com a vaga praticamente encaminhada.

Augustinho Teixeira também está na zona de classificação, ainda que em situação mais apertada, com margem pequena para erros nas últimas etapas da Copa do Mundo, em Aspen e Laax.

Entre as mulheres, Priscila Cid segue na disputa por uma das cotas via realocação. No snowboard cross, Noah Bethonico ainda mantém chances no masculino, caso consiga um bom resultado na última etapa classificatória, na China.

Esportes fora da rota brasileira

O Brasil não terá representantes em nove esportes do programa olímpico de inverno, não houve participação em eventos classificatórios no hóquei no gelo, salto de esqui, luge e combinado nórdico.

Já em modalidades como curling, esqui de montanha e patinação artística, os critérios técnicos não foram alcançados. Na patinação de velocidade, tanto na pista longa quanto na curta, a pontuação obtida foi insuficiente.

Premiação maior em Milão-Cortina 2026

Além da disputa por vagas e resultados, os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 também trazem um incentivo financeiro ampliado. O Comitê Olímpico do Brasil definiu ainda em 2023 os valores do Programa Medalha, com reajuste de 40% em relação ao ciclo anterior.

Segundo a reportagem publicada pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, para provas individuais, os prêmios serão de R$ 350 mil para o ouro, R$ 210 mil para a prata e R$ 140 mil para o bronze.

Em provas em grupo, os valores chegam a R$ 700 mil, R$ 420 mil e R$ 280 mil, respectivamente. Já nas provas coletivas, o prêmio máximo será de R$ 1,05 milhão para medalhas de ouro, com divisão igual entre os atletas.

Os valores se somam em caso de múltiplas medalhas e reforçam a importância do ciclo que culmina em Milão-Cortina, especialmente para um país que, nos Jogos de Tóquio 2020 e Pequim 2022, desembolsou R$ 5,2 milhões em premiações.

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Com cerca de quatro semanas para o início da competição, o Brasil entra no último mês antes de Milão-Cortina 2026 com vagas já asseguradas, outras em disputa e a perspectiva real de ampliar sua presença e relevância nos Jogos Olímpicos de Inverno.

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