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Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026

Publicado 16/02/2026 • 09:10 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Para atletas nos Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026, atualmente em andamento, um lugar no pódio pode render prêmios de seis dígitos.
  • No topo do ranking de premiações de 2026 está Singapura.
  • Em alguns casos, as recompensas vão além dos bônus padrão por medalha.
Medalha jogos de inverno

Foto: Olympics

Para atletas nos Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026, atualmente em andamento, chegar ao pódio pode significar mais do que glória e medalha. Em alguns países, isso também vem acompanhado de relógios e prêmios em dinheiro de seis dígitos.

Quase 2.900 atletas de mais de 90 comitês olímpicos nacionais disputam os Jogos de Inverno em 116 provas com medalha, distribuídas por oito modalidades esportivas.

Embora o Comitê Olímpico Internacional não conceda premiações em dinheiro, muitos governos e entidades olímpicas nacionais oferecem bônus financeiros.

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Veja como alguns países se comparam, com base em informações compiladas pela CNBC a partir de comitês olímpicos nacionais, associações esportivas e reportagens locais.

Bônus por medalhas nas Olimpíadas de Inverno de 2026

Veja quanto cada atleta recebe individualmente por subir ao pódio:

PaísOuroPrataBronze
SingapuraUS$ 792.000US$ 395.000US$ 197.000
Hong KongUS$ 768.000US$ 384.000US$192.000
Malásia$US$ 256.000US$ 77.000US$ 26.000
CazaquistãoUS$ 250.000US$ 150.000US$ 75.000
ItáliaUS$ 214.000US$ 107.000US$ 71.000
PolôniaUS$ 211.000US$ 169.000US$ 124.000
Coreia do SulUS$ 208.000US$ 139.000US$ 70.000
BulgáriaUS$ 150.000US$ 120.000US$ 60.000
EspanhaUS$ 111.000US$ 57.000US$ 36.000
FrançaUS$ 95.000US$ 48.000US$ 24.000
EslováquiaUS$ 71.000US$ 60.000US$ 47.000
AndorraUS$ 71.000US$ 47.000US$ 24.000
BrasilUS$ 67.000 US$ 40.000 US$ 27.000
SuíçaUS$ 65.000US$ $52.000US$ 39.000
FinlândiaUS$ 59.000US$ 36.000US$ 24.000
Estados UnidosUS$ 38.000US$ 23.000US$ 15.000
AlemanhaUS$ 36.000US$ 24.000US$ 12.000
Países BaixosUS$ 36.000US$ 18.000US$ 9.000
JapãoUS$ 33.000US$ 13.000US$ 7.000
CanadáUS$ 15.000US$ 11.000US$ 7.000
AustráliaUS$ 14.000US$ 11.000US$ 7.000
Nova ZelândiaUS$ 3.000US$ 2.000US$ 1.000

Singapura lidera o ranking de pagamentos nos Jogos de Inverno de 2026.

O país do Sudeste Asiático oferece cerca de US$ 792 mil por uma medalha de ouro individual, US$ 395 mil pela prata e US$ 197 mil pelo bronze, tornando-se o mais generoso pagamento por ouro entre os países analisados.

Singapura participou apenas de uma edição anterior dos Jogos de Inverno, em 2018, quando a patinadora de velocidade em pista curta Cheyenne Goh terminou em 28º lugar nos 1.500 metros femininos.

O país voltou a ser representado por um único atleta na Itália: o esquiador alpino Faiz Basha, que não completou a primeira descida do slalom gigante no Centro de Esqui Stelvio, em Bormio, encerrando sua participação em um campo de 81 competidores.

Hong Kong, que enviou esquiadores alpinos e patinadores de velocidade em pista curta para competir na Itália, oferece aproximadamente US$ 768 mil pelo ouro, US$ 384 mil pela prata e US$ 192 mil pelo bronze. A cidade ainda não conquistou medalhas em Jogos Olímpicos de Inverno.

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Na Europa, a Polônia se destaca não apenas pelo valor, mas também pela variedade das recompensas. Medalhistas individuais de ouro podem receber cerca de US$ 211 mil. O pacote inclui ainda um carro Toyota Corolla, um apartamento de dois cômodos totalmente acabado, um quadro, um voucher de férias e joias.

Quadros e joias também fazem parte dos benefícios oferecidos a medalhistas de prata e bronze, junto com recompensas financeiras de cerca de US$ 169 mil e US$ 124 mil, respectivamente.

A Itália, país-sede, oferece cerca de US$ 214 mil pelo ouro, US$ 107 mil pela prata e US$ 71 mil pelo bronze.

A Coreia do Sul concede aproximadamente US$ 208 mil pelo ouro, cerca de US$ 139 mil pela prata e US$ 70 mil pelo bronze.

Em alguns casos, as recompensas vão além dos bônus padrão por medalha. A mídia estatal sul-coreana informou que a snowboarder Choi Ga-on recebeu 300 milhões de won de sua associação esportiva após ganhar o ouro, enquanto empresas privadas também deram presentes adicionais, incluindo um relógio de luxo da marca suíça Omega.

O Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos paga US$ 37.500 pelo ouro, US$ 22.500 pela prata e US$ 15.000 pelo bronze.

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Glória apenas para alguns

Ainda assim, nem toda potência dos esportes de inverno paga prêmios diretos em dinheiro.

A Noruega, que possui o maior número de medalhas da história dos Jogos de Inverno, não concede bônus financeiros por pódios. Em vez disso, atletas que continuam competindo podem se qualificar para apoio financeiro do Comitê Olímpico e Paralímpico da Noruega. O auxílio vale cerca de 160 mil coroas norueguesas por ano (US$ 16.831) e inclui acesso a treinamento profissional e serviços médicos.

Em alguns países, não há divulgação pública de um sistema de bônus por medalha. O Reino Unido não concede prêmios em dinheiro por medalhas olímpicas, o que significa que atletas da equipe britânica não receberão pagamentos extras por pódios em 2026.

Em vez disso, o apoio financeiro é fornecido pela UK Sport, que usa recursos da Loteria Nacional para financiar treinamento, técnicos e desenvolvimento de atletas.

A China também não divulga uma estrutura nacional padronizada de premiações para medalhas nos Jogos de Inverno, com recompensas frequentemente definidas em nível provincial ou por patrocinadores.

Uma medalha olímpica representa anos de sacrifício e treinamento. Em uma competição de alto risco decidida em segundos, um lugar no pódio também pode trazer uma recompensa capaz de mudar a vida.

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