Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Maior colecionador de camisas do mundo revela relíquias que já vestiram Pelé, Lewis Hamilton e Bad Bunny
Publicado 26/06/2026 • 23:54 | Atualizado há 4 meses
Macron, da França, promete responsabilizar aqueles que “tentaram derrubar a República”
Irã anuncia “novo plano operacional” caso os EUA retomem os ataques, enquanto navios relatam ofensivas
Italiana Bending Spoons recebe grande voto de confiança da Berkshire
Ministro da Coreia do Sul prevê que boom dos chips vai durar até 2027
Trump suspende amplas sanções e tarifas contra a Rússia e cita interesse nacional
Publicado 26/06/2026 • 23:54 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
O mercado de itens colecionáveis ligados ao esporte cresce em todo o mundo, impulsionado pelo interesse de torcedores, investidores e museus. Um dos principais nomes desse segmento no Brasil é Cássio Brandão, reconhecido pelo Guinness World Records como o maior colecionador de camisas de futebol do mundo, com um acervo de mais de 7 mil peças.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Brandão afirmou que o principal valor da coleção vai além do aspecto financeiro.
“Poucas coisas têm um poder tão forte de contar a história quanto uma camisa de futebol. A camisa transporta as pessoas para momentos que marcaram suas vidas”, disse.
Além da coleção, o executivo fundou o Alambrado Futebol e Cultura, iniciativa voltada à preservação da memória esportiva por meio de exposições, publicações e projetos culturais.
Entre as principais relíquias do acervo está uma camisa azul da Seleção Brasileira utilizada por Djalma Santos entre 1959 e 1961. Segundo Brandão, a peça está diretamente ligada à história da conquista da Copa do Mundo de 1958.
“O Brasil chegou à final contra a Suécia e precisou jogar de azul. Para não abalar a confiança dos jogadores, disseram que aquela era a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida”, explicou.
Leia mais: Entenda como a pausa para hidratação se tornou uma oportunidade comercial na Copa do Mundo
O colecionador também possui uma chuteira utilizada por Pelé na década de 1970, além de camisas históricas das Copas de 1982 e 1994.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCQuestionado sobre o valor dessas peças, Brandão explicou que o mercado de memorabilia esportiva vem registrando cifras cada vez mais elevadas.
“A camisa da ‘Mão de Deus’, do Maradona, foi leiloada por cerca de 4 milhões de libras. As sete camisas usadas por Messi na Copa do Mundo foram vendidas por aproximadamente US$ 7,8 milhões. Esses valores ajudam a mostrar o tamanho desse mercado”, afirmou.
Nos últimos anos, parte do acervo ganhou projeção internacional. Brandão emprestou peças para ações envolvendo o heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton e o cantor Bad Bunny.
Segundo ele, apesar da preocupação em preservar os itens, a exposição das peças amplia o alcance da história do futebol.
“Toda vez que conseguimos construir uma história como essa, reforçamos a preservação da memória do esporte e de personagens que marcaram gerações”, disse.
Atualmente, parte da coleção integra a exposição Mantos Campeões, em São Paulo, que reúne camisas históricas da Seleção Brasileira e de grandes clubes, além de outros projetos promovidos pelo Alambrado Futebol e Cultura voltados à preservação da história do futebol brasileiro.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Veritá traz Flávio Bolsonaro com 51,1% e Lula com 48.9%
2
DECISÃO 2026: Quando saem as próximas pesquisas de Lula e Flávio no 2º turno? Veja as datas
3
Vorcaro sugeria pautas e editava textos de vídeos de Gabriela Prioli; veja mensagens
4
DECISÃO 2026: Lula e Flávio se enfrentam pela primeira vez em debate neste domingo
5
DECISÃO 2026: Com ato na Paulista, reta final tem direita embalada nas ruas com público maior nas manifestações; esquerda busca reverter desvantagem com reforço nas redes