Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
S&P 500 fecha pela primeira vez acima dos 7.800 pontos impulsionado por ações de tecnologia
Publicado 06/10/2026 • 18:11 | Atualizado há 28 minutos
Fim da novela: Paramount conclui a fusão de US$ 110 bilhões com a Warner Bros. para formar a Skydance
Meta Muse impulsiona AMD à medida que o avanço da IA migra para agentes pessoais
Preços do diesel devem permanecer altos até 2027 nos EUA, enquanto refinarias lutam para atender à demanda, aponta Goldman Sachs
Trump diz que pagará anúncios de TV que o elogiam e foram financiados pelo governo
CEO da Nokia afirma que data centers seriam construídos “duas vezes mais rápido” sem restrições de fornecimento
Publicado 06/10/2026 • 18:11 | Atualizado há 28 minutos
KEY POINTS
Foto: Getty Images
O S&P 500 atingiu uma nova máxima histórica durante o pregão desta terça-feira (06), impulsionado pela alta das principais empresas de tecnologia e pela queda dos rendimentos dos Treasuries.
O principal índice de ações dos EUA subiu 0,58% e encerrou o dia em um novo recorde, aos 7.818,93 pontos. O Dow Jones Industrial Average avançou 253,38 pontos, ou 0,49%, para 51.521,28 pontos. Já o Nasdaq Composite ganhou 0,45% e também fechou em uma máxima histórica, aos 27.599,79 pontos. O índice, fortemente concentrado em empresas de tecnologia, também bateu recorde durante o pregão.
A alta foi puxada principalmente pelas fabricantes de chips. A Marvell Technology disparou 5,8%, enquanto a Advanced Micro Devices (AMD) subiu quase 3%, com os investidores mais otimistas em relação às perspectivas das empresas. A Broadcom também avançou 3,7%.
“Todo mundo está dizendo que os mercados estão subindo e que a IA é o setor onde é preciso estar”, disse Stephen Kolano, diretor de investimentos da Integrated Financial Partners. Segundo ele, os investidores estão “deixando as preocupações com a inflação em segundo plano neste momento, especialmente quando se trata de petróleo, diesel e outros custos. É como se dissessem: ‘Tudo bem, isso provavelmente vai se resolver mais adiante’”.
Leia mais: Ouro ganha força com alívio nos Treasuries e busca por proteção
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCOs preços do petróleo terminaram o dia praticamente estáveis. O Brent subiu 0,26%, para US$ 100,58 (R$ 601,47) o barril, enquanto o petróleo WTI avançou apenas 0,01%, para US$ 89,44 (R$ 534,85).
Kolano também afirmou que as taxas de juros estão “basicamente onde precisam estar”. O rendimento do Treasury de 10 anos caiu 3 pontos-base, para 5,281%, enquanto o título de 30 anos ficou praticamente estável, em 5,655%. Na segunda-feira, os dois haviam atingido os maiores níveis desde 2002.
“Os investidores estão tentando identificar onde poderia surgir algum foco de contágio capaz de se espalhar, mas, por enquanto, tudo continua bem contido. O mercado está sendo puxado pelo momento positivo, pelo crescimento dos lucros e pelos investimentos em inteligência artificial”, acrescentou.
Agora, os investidores aguardam a ata da reunião de setembro do Federal Reserve, que será divulgada na quarta-feira. O documento poderá trazer mais pistas sobre a decisão dos dirigentes do banco central americano de elevar as taxas de juros.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Onda recorde da direita atropela adversários, conquista poder no Congresso e acende alerta no Supremo
2
Globo autoriza auditoria sobre relação de Luciano Huck com Daniel Vorcaro
3
Governo tenta aprovar fim da escala 6×1 no Senado nesta terça após avanço da oposição no 1º turno
4
Casas Bahia corta estoque em 40% e reduz quadro em 4,6 mil pessoas
5
Europa em alerta: o avanço de Flávio Bolsonaro, a sombra de Trump e a fragilidade do acordo UE-Mercosul