Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ouro sobe 1,43% em Nova York e acumula alta semanal de 1,54%
Publicado 09/10/2026 • 16:19 | Atualizado há 3 horas
Dow Jones sobe 400 pontos nesta sexta, e bolsas americanas fecham a semana em alta
Trump fecha acordo com Putin para fornecer diesel russo aos mercados dos EUA e globais
Tesla abandona nome ‘Full Self-Driving’ na Europa após pressão de reguladores
Delta Air Lines reduz projeção para 2026 com alta do combustível, mas demanda segue forte
OpenAI e Anthropic contratam ex-integrantes do governo Trump em busca de apoio em Washington
Publicado 09/10/2026 • 16:19 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Canva
Os contratos futuros de ouro e prata encerraram a sexta-feira (9), em alta na bolsa de Nova York. Nos contratos com vencimento em dezembro, a prata registrou o maior avanço diário, enquanto o ouro acumulou a maior valorização semanal entre os dois metais.
O ouro subiu 1,43% na sessão e fechou cotado a US$ 4.216,30 por onça-troy. Na semana, a alta chegou a 1,54%. A prata avançou 2,73% no dia, alcançou US$ 61,04 por onça-troy e encerrou o período com valorização acumulada de 1,04%.
O desempenho dos metais refletiu fatores que exerceram pressões opostas sobre as cotações do ouro. A perspectiva de juros mais elevados nos Estados Unidos, associada à alta dos preços do petróleo, pressionou os preços. Por outro lado, a procura pelo metal por parte dos bancos centrais, em meio a incertezas geopolíticas e fiscais, ajudou a limitar as perdas.
Em sua avaliação do mercado, a Sucden Financial destacou o conflito entre esses fatores como um elemento central para o comportamento dos preços. Enquanto as incertezas globais favorecem a procura pelo ouro, os rendimentos reais elevados aumentam o custo de oportunidade de manter investimentos no metal.
A instituição também identificou uma região de suporte próxima de US$ 4.100 por onça-troy. Segundo sua análise, uma recuperação acima desse patamar seria necessária para melhorar as perspectivas de curto prazo para o ouro.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAs aquisições do Banco Popular da China (PBoC) permaneceram entre os fatores de sustentação das cotações. Em setembro, as reservas de ouro da instituição aumentaram em 740 mil onças em relação ao mês anterior, o equivalente a aproximadamente 23 toneladas.
Com esse resultado, o banco central chinês completou 23 meses consecutivos de compras mensais do metal. Segundo o Commerzbank, o volume adquirido em setembro foi o maior registrado pela instituição em três anos.
As compras chinesas ajudaram a conter a pressão negativa provocada pelas expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos. A demanda institucional contribuiu para sustentar os preços, apesar da perspectiva de condições monetárias menos favoráveis ao ouro.
Em volume de reservas, apenas três instituições superam o PBoC: o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos; o Deutsche Bundesbank, banco central da Alemanha; e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Caiado anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial
2
CEO da Nokia afirma que data centers seriam construídos “duas vezes mais rápido” sem restrições de fornecimento
3
Microsoft garante exclusividade de streaming de GTA 6 no lançamento pelo Xbox Cloud Gaming
4
Casas Bahia corta estoque em 40% e reduz quadro em 4,6 mil pessoas
5
Caso Master: advogado de Vorcaro enviou endereço residencial de Gonet ao banqueiro e elogiou jantar na casa do PGR